Engraçada essa vocação que o ser humano tem para colecionar coisas. Eu, que já me confessei metódica aqui, deveria talvez ser uma adepta fervorosa das coleções, mas não sou.
Isso não significa que não acumule milhões de coisinhas diferentes, mas certamente não tenho paciência para organizar e catalogar nada.
Hoje, passando pela cozinha, acabei me dando conta de que temos aqui em casa uma grande coleção de imãs de geladeira. Na foto abaixo vocês podem ver que a porta do freezer já está lotada de imãs e eles se espalham pela porta da geladeira abaixo e continuam nas duas portas de outra geladeira que fica na nossa área de serviço.
O problema é que, sempre que alguém viaja, chega um novo item para a coleção. E o legal dos imãs é justamente isso: ali, na porta da geladeira, eles funcionam como uma lembrança instantânea dos lugares por onde passamos. Nesse emaranhado aí em cima, por exemplo, tem um que eu adoro (ele está logo abaixo das garrafinhas): uma plaquinha do endereço de Sherlock Holmes, que compramos em Londres.
Já atingimos a fase de ter novos imãs e não ter mais lugar para os colocar. Nem adianta vocês sugerirem um quadro de recados, porque não há, nas paredes da casa, lugar para colocar o quadro.
Fica, portanto, a pergunta: o que fazer com os imãs que não cabem mais na porta da geladeira?
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