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terça-feira, 31 de março de 2009

Meio triste hoje…

Hoje pela manhã, às 7:30 da matina, bateu aqui no nosso portão um “micro-cãozinho”.

Parecia filhote de pastor alemão, mas estava coberto de pulgas e parecia ter uma das patinhas queimadas pois não tinha pelo no local.

Pois bem, deixamos o bichinho entrar, não conseguimos dar-lhe leite ou pão molhado no leite, mas o bichinho se divertia em andar pelo jardim e em deitar aqui no chão da cozinha.

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Tivemos que sair para Vitória (eu a trabalho) e ninguém ficou em casa. Nossa intenção era tratar do bichinho e encontrar-lhe um lar, já que não ficaríamos com ele. Colocamos água, leite, pão… e deixamos o bichinho aqui fora.

Assim que pude (as 15h), voltei para casa, parando na padaria daqui de Manguinhos (Serra,ES) para colocar um anúncio que eu havia feito indicando que estavamos com um cãozinho aqui em casa.

Pois bem, cheguei aqui e não mais encontrei o bichinho!

Chamei, procurei, varri o quintal e nada… Acho que ele deu um jeito de fugir por alguma greta do portão da frente. Enfim, confesso que fiquei meio desapontada. No fundo, no fundo, acho que pensava em ficar com ele…

Fica mais uma fotinho dele que tirei com o celular…

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Pulguentíssimo, mas fofo… agora é torcer para que quem pegue, vá cuidar bem dele!

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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Uma perda...

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Faltava um post meu. Afinal era eu que convivia aqui no dia a dia com a bola de pelos. Talvez por isso tenha me sido tão difícil fazer esse post.

Pois é. Perdemos o Pom Pom.

Um companheiro da casa , meu e, principalmente, da minha mãe, por mais de 15 anos.

Pompom não era um simples cãozinho, sempre teve a inabalável certeza de que gente era e agia como se assim fosse. Chegava a ser engraçado aquela bolota de pêlos de uns 30 cm de altura que tinha decisão própria sobre uma série de coisas. Acho que , se tivesse que encontrar algumas palavras para descrever o bichinho essas seriam: FIDELIDADE, PERSONALIDADE e MAU HUMOR.

Sim , ele era mal humorado, bem mal humorado. Grumpy. Perturbou o Whiskey (um cocker meu) por 12 anos seguidos. Puxava as orelhas do bicho, mordia-lhe as pernas, enfim, era de uma "grumpice" única. Pompom logo, e sem dificuldades, rotulava as pessoas. Não existe essa babaquice de ser politicamente correto no mundo canino. Se não gostasse, não gostava e ponto.

Me lembro quando ele foi roubado e quase miraculosamente recuperado uns 15 dias depois. Quando o encontramos ele já não comia havia dias e ficou transido de felicidade quando nos viu.

Foi ficando velhinho. Perdeu a audição, parte da visão (tomada pela catarata), começou a ter alguns problemas motores e passou a ter uma fobia de subir escadas. Como ele dormia no quarto da minha mãe , de quem era um guardião e seguidor inseparável, havia diariamente o ritual de carregarmos (ela ou eu, quando ela viajava) o cão escada acima e escada abaixo. Acho que esse ritual se prolongou por mais de um ano.

No fim, nada mais havia nele que funcionasse direito: rins, fígado, coração, pulmão, olhos ou ouvidos. Tomava muitos remédios diariamente e o equilíbrio entre os remédios era um problema... Nas últimas semanas de vida passou a cair subitamente até que veio o AVC que o paralisou no lado esquerdo do corpo.

15 anos caninos = 105 anos humanos e muita, absolutamente MUITA relutância em nos deixar!

No fim, havia o olhar. Um olhar de súplica que me cortava o coração.

Os cachorros especiais são assim: mais que humanos.

Eu trocava fácil meia dúzia de gente mediana por um Pompom.

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quarta-feira, 26 de março de 2008

Happy b-day to him!!!


Live long and prosper, Mr. Nimoy!!!
The MDs salute you on your 77th birthday (in Earth years).

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quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Para quem viveu essa parte da história...

Hoje, pela primeira vez, fui a Niterói. Já havia passado por lá várias vezes quando vínhamos ao Rio de carro, mas nunca havia entrado na cidade e circulado pelas ruas onde se construiu um pedaço da história da minha família. Filha mais nova, nasci em Vitória, depois que meus pais voltaram para lá depois de alguns anos morando em Niterói. Cresci ouvindo histórias do Intituto Abel, onde meu irmão estudou e onde minha irmã trabalhou, dos passeios na praia de Icaraí, da falta de água, do calorão...
Hoje não só fui a Niterói, mas fui para divulgar meu livro para os professores do Instituto Abel. O colégio cresceu muito: ocupa dois quarteirões inteiros e, pelo que soube, há uma terceira unidade sendo construída. No próximo ano é muito provável que um dos nossos livros (talvez dois deles) seja adotado pelos professores de lá. Quem diria, não é mesmo?
Coca, eu perguntei e descobri que ainda existe Mineirinho por lá. O consultor até queria que eu comprasse uma garrafa para levar para você. Se não vivêssemos em cidades diferentes, até teria feito isso.
Perguntei também pelo Irmão Amadeu - tão amigo de papai - e descobri que foi recentemente afastado da direção do colégio por motivos políticos, mas ainda está lá e é muito querido por todos. Deixei um abraço em nome de mamãe. Espero que seja dado.
Depois da conversa no Abel, o Herval me levou para ver o Museu de Arte Contemporânea projetado pelo Oscar Niemeyer. Foi de lá que tirei, para Berná e Coca, a foto abaixo. É a praia de Icaraí, hoje. Não sei o quanto mudou, nem o quanto vocês se lembram dos passeios por lá, mas achei que gostariam de reviver um pouco essa história.

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quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Tem mais presença em mim o que me falta...

Paulo,

É impossível vir ao Rio e não sentir o coração apertado de saudades. Quando estou em Campinas, ou em Vitória, ainda dá para fazer de conta que você continua aqui e que a gente não tem se falado por causa da correria da vida. Como sua morte continua me parecendo irreal e absurda, embarco nessa fantasia que me consola um pouco da tristeza de não ter mais como compartilhar com você algumas coisas importantes, outras tolas, mas todas essenciais para esse tecido familiar que vai sendo trançado ao longo da vida.

Dessa vez a saudade veio acompanhada por lembranças muito tristes. Estou hospedada no Mirador e foi daqui que partimos, no meio da madrugada, rumo ao Copa D’or. O telefonema de mamãe avisava que você estava tendo convulsões. Era a hora de nos despedirmos. Quanta tristeza, meu irmão!

Quase cinco anos se passaram e as imagens daquela madrugada continuam a me assombrar. Suspeito que o mesmo aconteça com mamãe, Maria Sylvia, Bernadete e Nely. Fomos nós que te fizemos companhia nos momentos finais. E, como o seu sofrimento era imenso e evidente, confesso que agradeci a Deus quando você nos deixou. Era o alívio inegável que chegava ao fim de uma luta que se estendeu por mais de um ano de tratamentos cruéis e inúteis.

Engraçado como depois da sua morte passei a te sentir mais próximo. Converso freqüentemente com você, como estou fazendo agora. Alimento a fantasia de te contar as coisas boas que têm acontecido na minha vida. Queria tanto te mostrar os meus livros! Acho que ia se orgulhar da irmã caçula que você insistia em tratar como criança, não importando a idade que eu tivesse. Qual seria a implicância que você conseguiria fazer para me provocar com relação aos meus livros? Sabe que sinto saudade das suas implicâncias? Inacreditável, não é mesmo?

Queria conversar sobre as novas descobertas musicais, que certamente também te agradariam, porque tínhamos o gosto tão parecido. Fico me perguntando se, como eu, você ia adorar a descoberta dos iPods e da possibilidade de carregar milhares de músicas ao alcance do ouvido, escolhendo aquelas que combinassem melhor com o seu estado de humor. Ah, você ia gostar demais desse aparelhinho!

Queria que você pudesse ver os seus filhos crescidos. Dá gosto ouvir o Guto falar, entusiasmado, sobre o curso de Engenharia Florestal (quem diria?). E que orgulho ver a Mari concluindo os cursos de arquitetura e engenharia civil! Nossa, você não ia caber em si de contente! E como eles estão bonitos!

De toda a saudade que sinto, a falta maior é daqueles abraços apertados que você me dava, sempre que nos víamos. Era uma expressão tão evidente de saudade e de afeto, que nem todas as implicâncias futuras davam conta de apagar.

Como eu gostaria de poder te abraçar novamente... Mais do que tudo, porém, queria me livrar de vez daquelas imagens malditas da sua última noite. Queria sonhar com você bem, saudável, alegre e não consumido pela doença. Escrevo sobre isso também como uma forma de exorcismo. Escolhi esse retrato seu com a Mari no colo, porque nele aparece o irmão cuja imagem quero levar comigo para sempre. Chega de memórias tristes e negativas. Seu sofrimento acabou. A saudade que ficou é o resultado de um afeto imenso que não tem mais como se expressar. Como diria o poeta Manuel Carlos, tem mais presença em mim o que me falta.

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terça-feira, 7 de agosto de 2007

Happy b-day to him!!!






Mais uma vez compartilho uma de minhas manias (ou, para outros, peeves, depends on how you look at it).

Só que hoje é com muuuuuuuuuuuuito carinho que puxo a fila das DIVAS para o "parabéns": DAVID DUCHOVNY, o eterno Special Agent Fox Mulder, who has a graduate degree in English Literature at Yale University (how 'bout that!?!?!) and makes us always want to believe.


Here's to him: the truth
is out there.

Estaremos todas torcendo para que 2009 chegue logo.


PS: Not a bad follow up on a Final Frontier post...

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quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Mais um!!!



UIA!!!

Encontraram mais um (o segundo) celacanto, o peixe fóssil! (na...Indonésia, of course... Ver aqui.)

Para quem, quando criança, gostava do National Kid (Naaaaationaaro Kiiido...), como a Diva Wizard, a descoberta traz lembranças da ameaça dos peixes abissais...

E para quem, na década de 70, lia graffitis nos muros do Rio de Janeiro,

CELACANTO PROVOCA MAREMOTO!

Para saber mais sobre celacantos, clique aqui.

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