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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Estou pensando em ir dormir fora…

Peanuts_That dog is going to drive me crazy

Noite de tempestade em Campinas. Muita chuva, raios e trovões. Resultado: cachorro apavorado. E eu, mais uma vez, sem dormir. A festa começou por volta da 1h da madrugada, quando a chuva aumentou e, ao longe, podiam ser ouvidos os trovões. Quando me convenci de que não ia adiantar brigar com o Nicolau, porque ele ia continuar batendo na porta da cozinha desesperadamente, resolvi sentar na sala, lendo um livro, enquanto esperava a barulheira diminuir.

Uma hora e meia depois, achei que a coisa tinha melhorado bastante. Acordei o Nicolau e consegui, a muito custo, “convencê-lo” a voltar para a cozinha. Naquela altura, mais de 2h30, eu me perguntava se teria ânimo para acordar às 6h e ir nadar.

Tola, eu achei que a tempestade tinha acabado. Claro que eu estava errada. Por volta das 3h20, mais raios e trovões, mais bateção na porta, mais desespero, lá vamos nós de volta para a sala. O segundo turno da barulheira foi mais demorado e terminou por volta das 5h da manhã. Na hora de “guardar” o Nick, ainda tive de enfrentar rosnados. Confesso que, naquela hora da madrugada e tendo dormido no máximo umas 2 horas, minha vontade foi de brigar muito com ele. Briquei só um pouco. Como convém a uma Diva.

Voltei para cama e decidi que não teria forças para nadar depois de passar a noite em claro. Desliguei o meu despertador, para ver se conseguia dormir pelo menos até as 9h. Calculei que, se dormisse umas 4 horas seguidas, seria possível enfrentar o dia de trabalho.

Só que, na minha casa, além do Nicolau existe a D. Amanda. Que é surda. E louca. E como é surda e louca, resolveu lavar o banheiro do quarto da minha irmã às 7h da manhã!!!! Que tal? Juro que, quando comecei a ouvir o barulho da limpeza, tive vontade de chorar. De ódio.

Não me restou mais nada a fazer a não ser levantar, lavar o rosto, escovar os dentes e, agora, sentar aqui na frente desse monitor para enfrentar meu dia de trabalho e com uma dorzinha de cabeça canalha, que sempre me acomete depois de uma noite insone.

Talvez a solução seja eu me mudar e deixar o apartamento para os dois. Assim, um faz o escarcéu à noite e, a outra, a barulheira de dia.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Shame on me…

Peanuts_If a person is going to own a dog

Hoje eu pedi arrego e, depois de uma semana sem dormir direito, despachei o Nicolau para a casa do adestrador. Vai passar o final de semana por lá. Espero, com isso, conseguir pelo menos 3 noites de sono ininterrupto. Na segunda ele volta. E aí o ritual noturno de espatear a porta da cozinha e me acordar uma média de 2 vezes por noite provavelmente recomeçará.

Se ele fosse um bebê, eu teria o consolo de que as noites mal dormidas teriam fim. Como é um cachorro (e EXTREMAMENTE voluntarioso), vamos precisar de outra solução para o problema.

Enquanto a solução não aparece, o jeito é pedir “socorro” de vez em quando. Foi o que fiz hoje. Com um peso enorme no coração, porque, nessas horas, me sinto uma dona desnaturada. Mas realmente preciso dormir uma noite inteira, sem sobressaltos pela madrugada.

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sábado, 18 de abril de 2009

Bo. E lá isso é nome de cão ?

Só se for cão norte-americano. É o cãozinho da família Obama, agora.

Bo lembra BOBO, não é? Melhor destino teria um cão de água português se nomeado com um nome simples, ligado ao mar, em bom e sonoro português. Algo como MARUJO, como sugeriu um amigo, ou CORAL (se bem que coral é meio ambíguo em termos de gênero...). 

Parece que foi presente do Keneddy que é criador de cães da raça. De imagequalquer forma os peludos  devem ganhar os olhos do mundo a partir de agora, o que pode ser mau pra pobre raça.

O cão de ÁGUA português é um cão grande, e como todo cão grande o ideal  é criá-lo em locais espaçosos, onde possa correr e brincar. De pelo espesso e comprido , precisa de escovação permanente para não embaraçar. 

Viram ali em cima... cão de água!

"É uma raça bem adaptada ao meio aquático, resultante da evolução natural dos tempos. Para tal tem características físicas especiais que os tornam únicos no mundo.Das características mais conhecidas destacam-se as membranas interdigitais entre os dedos, o nadar com os quatro membros ou a capacidade de efectuar apneia. Torna-se pois evidente que estas características transferem à esta raça a capacidade natural de nadar e mergulhar."

Vai ser mais ou menos como colocar uma foca no salão oval!

Um pouco de história...

Vejam abaixo o trecho de um livro de 1923 - "Os Pescadores" de Raúl Brandão, sobre os cães:

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imageMe parece uma raça bastante simpática, mas também uma raça que exige exercício, cuidados e um ambiente mais específico.

Com todo esse ti-ti-ti em torno do "cão do Obama", muita gente que não pode cuidar do bicho vai insistir em colocar um cão igual dentro de apartamentos minúsculos... e daí a pouco vamos ver abrigos cheios de cães d´água.

Imaginem que lançaram até um livro infantil: "Bo, America´s Commander in Leash" (Cliquem na imagem para mais informações sobre o livro).. vejam só...  Pobres cães...

Fica a pergunta... o que seria uma boa raça de cães para o Lula? ;)

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terça-feira, 31 de março de 2009

Meio triste hoje…

Hoje pela manhã, às 7:30 da matina, bateu aqui no nosso portão um “micro-cãozinho”.

Parecia filhote de pastor alemão, mas estava coberto de pulgas e parecia ter uma das patinhas queimadas pois não tinha pelo no local.

Pois bem, deixamos o bichinho entrar, não conseguimos dar-lhe leite ou pão molhado no leite, mas o bichinho se divertia em andar pelo jardim e em deitar aqui no chão da cozinha.

31032009008

Tivemos que sair para Vitória (eu a trabalho) e ninguém ficou em casa. Nossa intenção era tratar do bichinho e encontrar-lhe um lar, já que não ficaríamos com ele. Colocamos água, leite, pão… e deixamos o bichinho aqui fora.

Assim que pude (as 15h), voltei para casa, parando na padaria daqui de Manguinhos (Serra,ES) para colocar um anúncio que eu havia feito indicando que estavamos com um cãozinho aqui em casa.

Pois bem, cheguei aqui e não mais encontrei o bichinho!

Chamei, procurei, varri o quintal e nada… Acho que ele deu um jeito de fugir por alguma greta do portão da frente. Enfim, confesso que fiquei meio desapontada. No fundo, no fundo, acho que pensava em ficar com ele…

Fica mais uma fotinho dele que tirei com o celular…

31032009007

Pulguentíssimo, mas fofo… agora é torcer para que quem pegue, vá cuidar bem dele!

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domingo, 1 de março de 2009

Companhia de verão…

Hoje pela manhã descobri que o casal Obama escolheu um cão-de-água Português para levar para a Casa Branca. Pois bem, neste verão EU fui escolhida por uma “cã” (como me acostumei a chamá-la)!

Como se deu o fato?

É publico e notório que gosto de sair para correr pela manhã e, no verão aqui em Manguinhos, quando a maré (nome, aliás, de uma legítma “cã” de água portuguesa de um amigo idem…) permite, corro pelo espelho d'água que se forma na praia lisa.

Num desses dias, arranjei uma companhia canina, que cismou de me seguir, correndo ao meu lado. Uma legítima vira-latas bastante simpática, que corria ao meu lado, na minha frente, escapando da água como eu fazia, enfim… Correu comigo cerca de 4 km dado que me pegou já a meia praia daqui. Veio atrás de mim até o portão de casa, e eu, impávida, fechei o portão na de que ela me esquecesse.

Uns dois dias mais tarde, a mesma cena se repetiu, e aí, qual não foi a minha surpresa, quando cheguei da corrida, parei na praia e ela prosseguiu na minha frente até o portão da minha casa! Pois.. já sabia onde eu morava… Ignorei-a solenemente de novo (coração empedernido o meu, não?), ainda na esperança de que me trocasse por qualquer outro corredor ou andador da praia. Mas… qual nada, mais um dia, mais um acompanhamento… e assim prosseguimos até que, certa feita, por conta da maré cheia, resolvi correr pela estrada de aslfalto que passa a uns 80 m paralela à praia. Podem acreditar, ela estava lá! Ai foi complicado, porque a bichinha insistia em correr pelo meio do asfalto a ponto de ser quase atropelada por carros e ônibus. Nesse momento, fiz a opção de voltar para a praia e correr na areia fofa mesmo, senão ia perder minha companhia de verão debaixo de alguma roda!

Fui para a areia da praia, e no final da corrida desse dia ainda tive que enfrentar um bando de cães que insistia em avançar na pobre. Pus os infelizes pra correr, e nesse dia, deixei-a entrar aqui no quintal de casa, dei um pouco d'água e pão pra bichinha e foi quando tirei essas fotos ai de baixo.

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Coloquei-a de novo para fora do portão, peguei meu carro, fui para a cidade trabalhar. Soube que ficou por ali por uma hora e depois se foi.

Ela me escolheu, sem dúvida. Só que é uma vira-lata , acostumada a andar livre e solta por ai e a se mover de acordo com a própria vontade. Não vou ser eu quem vai encarcerá-la entre 4 muros. Liberdade é fundamental, até para as “cãs”!

Mas é legal ser escolhida por um cão. Sem dúvida que é!

Devo ser boa gente!

Ou me parecer com uma “chefa de matilha canina”…

Ainda não corri na praia depois do carnaval. Não sei por onde ela anda. Torço apenas para que esteja bem!

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Povero piccolo!

Uma das coisas que mais me revoltam é o impulso que as pessoas têm de submeterem os pobres animais ao ridículo. Hoje, por exemplo, a vítima foi o Nick.
Como acontece todas as quintas-feiras, era dia de ele tomar banho. Pois não é que cheguei em casa e encontrei o pobrezinho com um colar de havaiana no pescoço? Tem cabimento uma coisa dessas???
Vejam só a carinha de desconsolo do infeliz...



Claro que já eliminei o adereço do Nicolau. Como eu, ele também DETESTA carnaval. Só que, ao contrário de mim, não tem como se defender das pessoas sem noção que passam esses dias surtadas, como se o mundo fosse acabar em confete e serpentina.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A very sad day...


Depois de uma ausência causada por um pouco de praia e muito trabalho, volto ao "ar" para fazer uma homenagem ao queridíssimo Nicolau Franco (o gato da Diva Sen). Ele hoje decidiu nos abandonar e alegrar um pouco mais o céu dos felinos.
Se eu tivesse que me definir, diria que sou uma "dog person", que gosta muito de gatos. (Já tive uma siamesa por alguns meses, mas a alergia da minha irmã tornou impossível a nossa convivência.)
Convivi muito pouco com o Ninix, como o Nicolau era carinhosamente chamado por sua dona. Nas vezes em que nos encontramos, porém, era evidente tratar-se de um gato muito especial. Extremamente dócil, carinhoso, com a elegância característica dos gatos ele nos recebia em seus domínios e dividia o espaço com as humanas desconhecidas.
Tenho certeza de que todas as pessoas que conheceram o Ninix estão, neste momento, lembrando do seu olhar doce e do pelo mais macio que já existiu.
Descanse em paz, Ninix. Agora que você está aí pertinho, aproveite para brincar com a lua cheia que tanto te excitava. Aqui, você fará uma falta muito grande.

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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Hummm.. esqueci....

image É ela! Dory, a primeira e única!

Outro dia vi que estavam reprisando o filme na TV e hoje pela manhã encontro um post sobre ela no blog "Querido Leitor " da Rosana. Imediatamente me lembrei que há tempos eu queria fazer um post-homenagem a Dorothy aqui no Mean Divas! Há tempos, vírgula, acho que vai ANO nessa intenção...

De qualquer maneira, aproveitei o ensejo e cá está uma homenagem minha a esta inquestionável DIVA "peixesca" do filme "Procurando Nemo".

A comediante Ellen DeGeneres é quem tem um desempenho inesquecível dublando a voz vacilante da eterna otimista Dory (que fala baleiês...) e é um peixe da espécie blue tang.

Essa foto dai de baixo é a de um Blue Tang tal qual nada nos aquários reais... Uma vez bióloga, sempre bióloga!

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Por que esse encanto com a Dory ?

Porque se eu fosse peixe, certamente eu seria a Dory... Impossível alguém se esquecer de mais coisas do que eu!

Shaaaammmme on meeee!!

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terça-feira, 18 de novembro de 2008

Tubarão Baleia é pego… fazendo cocô!

Eu me divirto!

Sinceramente…

Estou eu navegando por aqui numa manhã chuvosa que me impediu de sair para a minha corrida matinal ,quando, não mais que de repente, dou de cara com a seguinte manchete: “Tubarão Baleia é fotografado em momento raro”.

Bem, curiosa como eu sou e fã dos tubarões baleia, fui lá no Terra conferir a reportagem.

É isso ai do título do post, gentemmmm… um tubarão baleia.. defecando! “Meldelllssss” !

A reportagem é cômica, dizem que amostras das fezes foram recolhidas, que os animais normalmente “se aliviam” am águas profundas, que as fezes são “ouro científico” e coisas do gênero. Ai fico eu pensando, sou eu que estou doida ?

Volto à analisar a manchete.. Pego em “momento raro”  ??? Tá errado, imagino que o tal “se aliviar” seja habitual para o bicharoco!

Ahhh, e o mais engraçado. A BBC Brasil não me deixa reproduzir aqui o original do bicho – at the act. Vejam :

BBC Brasil

BBC BRASIL.com - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da BBC BRASIL.com.image

Taí, tive o cuidado de não reproduzir o texto, nem a foto específica do “mo-mento raro” , até em respeito ao pobre bicho. Então, só para ilustração do post, vou colocar uma foto free do Tubarão baleia aqui porque ele é realmente uma criatura admirável.

E Nesses tempos de internet, ainda existem agências que vendem informações para os portais…

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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Plantão da madrugada...

São 2h54 e faz mais de uma hora que eu estou na cozinha fazendo companhia para o Nicolau. Por quê? Porque, se eu não ficar aqui, ele quase derruba a porta de tanto bater para me chamar!
Por alguma misteriosa razão, essa é uma das madrugadas em que o Nick fica agitadíssimo, arfando sem parar, como se estivesse apavorado.
Eu tentei de tudo: ignorei, briguei, ignorei novamente, voltei a brigar... por fim, cedi, porque não acho que os vizinhos possam ser submetidos à barulheira no meio da madrugada. Enquanto isso, Berná dorme e, provavelmente, sonha.
De manhã, quando eu estiver exausta, tentando trabalhar, ele vai simplesmente deitar na própria cama e dormir o quanto quiser. Tem até tática para não ser incomodado pela claridade do dia. Vejam só:



Post update:
Agora é oficial: a noite foi ... DE CÃO. Literalmente. Achei que o Nick tinha acalmado às 4h17. Fui dormir. Ele me acordou novamente às 4h52. Vim até a cozinha e mandei ele dormir. Mais meia hora de sono e, às 5h27, ele tornou a bater enlouquecidamente na porta. Desisti de dormir. Agora estou aqui, já de roupa trocada, pronta para a natação. Espero conseguir relaxar um pouco dentro d'água.
Não tenho mais idade para passar a noite em claro e enfrentar um dia inteiro de trabalho. Portanto, fica aqui um apelo: se alguém souber de algo que faça um Beagle se acalmar, aceito sugestões.

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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

A maldição das orelhas

Parece que as orelhas estão em alta no Mean Divas esta semana. Ontem escrevi sobre o batedor de orelhas e, agora, falo das orelhas do Nicolau, nosso beagle fenomenal.
Hoje ele voltou para casa, depois de passar 13 dias com o adestrador, recuperando-se da 3ª cirurgia feita em uma de suas orelhas. Dessa vez foi a direita. O problema é sempre o mesmo: otoematoma. O terrível Nicolau sacode as orelhas. Aí, alguns vasinhos arrebentam, o sangue começa a acumular dentro da orelha e a única saída é operar.
A recuperação dessa última cirurgia foi tão boa, que até a "janelinha" deixada aberta para drenar o sangue cicatrizou logo. O único problema é que, de ontem para hoje, a orelha voltou a inchar. Por quê? Porque ele esfregou a orelha no chão, sacudiu a cabeça, fez alguma pestiferagem e..... tchan... tchan... tchan... tchan... danou a cirurgia. Amanhã, o nosso extraordinário cãozinho volta à veterinária. Vamos ver se vai entrar direito para a 4ª cirurgia, ou se vai dar para resolver o problema fazendo uma punção. Do jeito que a coisa vai, vou ter de trabalhar só para pagar as cirurgias de orelha do Nick. PTL!

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terça-feira, 16 de setembro de 2008

É ou não é um cão genial?

Para aqueles que não conhecem o Beagle, vejam só o que um deles foi capaz de fazer para fugir do canil:



Depois as pessoas dizem que inteligentes são os Poodles. Please...

P.S. - O nosso beagle, Nicolau, não precisa fazer esse tipo de ginástica, porque vive "solto" dentro do apartamento em que moramos. Esta semana ele está meio baleado, recuperando-se da terceira cirurgia na orelha (agora foi a direita).

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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Uma perda...

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Faltava um post meu. Afinal era eu que convivia aqui no dia a dia com a bola de pelos. Talvez por isso tenha me sido tão difícil fazer esse post.

Pois é. Perdemos o Pom Pom.

Um companheiro da casa , meu e, principalmente, da minha mãe, por mais de 15 anos.

Pompom não era um simples cãozinho, sempre teve a inabalável certeza de que gente era e agia como se assim fosse. Chegava a ser engraçado aquela bolota de pêlos de uns 30 cm de altura que tinha decisão própria sobre uma série de coisas. Acho que , se tivesse que encontrar algumas palavras para descrever o bichinho essas seriam: FIDELIDADE, PERSONALIDADE e MAU HUMOR.

Sim , ele era mal humorado, bem mal humorado. Grumpy. Perturbou o Whiskey (um cocker meu) por 12 anos seguidos. Puxava as orelhas do bicho, mordia-lhe as pernas, enfim, era de uma "grumpice" única. Pompom logo, e sem dificuldades, rotulava as pessoas. Não existe essa babaquice de ser politicamente correto no mundo canino. Se não gostasse, não gostava e ponto.

Me lembro quando ele foi roubado e quase miraculosamente recuperado uns 15 dias depois. Quando o encontramos ele já não comia havia dias e ficou transido de felicidade quando nos viu.

Foi ficando velhinho. Perdeu a audição, parte da visão (tomada pela catarata), começou a ter alguns problemas motores e passou a ter uma fobia de subir escadas. Como ele dormia no quarto da minha mãe , de quem era um guardião e seguidor inseparável, havia diariamente o ritual de carregarmos (ela ou eu, quando ela viajava) o cão escada acima e escada abaixo. Acho que esse ritual se prolongou por mais de um ano.

No fim, nada mais havia nele que funcionasse direito: rins, fígado, coração, pulmão, olhos ou ouvidos. Tomava muitos remédios diariamente e o equilíbrio entre os remédios era um problema... Nas últimas semanas de vida passou a cair subitamente até que veio o AVC que o paralisou no lado esquerdo do corpo.

15 anos caninos = 105 anos humanos e muita, absolutamente MUITA relutância em nos deixar!

No fim, havia o olhar. Um olhar de súplica que me cortava o coração.

Os cachorros especiais são assim: mais que humanos.

Eu trocava fácil meia dúzia de gente mediana por um Pompom.

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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Adeus a um amigo querido

Dizer adeus é sempre muito difícil. Quando a despedida é definitiva, o sofrimento é ainda maior. Hoje nos despedimos do Pompom. Nos últimos quinze anos ele esteve ao lado da minha mãe (era para ela aquele olhar de adoração da foto). A devoção era tão grande que nós, as filhas, nos conformávamos com o segundo lugar e sabíamos que ele era alguém muito importante na nossa família. Uma espécie de irmão caçula, que disputava (e ganhava sempre!) a atenção daquela pessoa adorada.
Se minha mãe adoecia, Pompom não saída do seu lado e qualquer uma de nós tinha de enfrentar a ira do cãozinho para chegar perto dela. E o tamanho não importava muito, porque sobrava valentia naquela bolinha de pêlos. Com a companhia dele mamãe enfrentou a doença e a morte do meu pai. Anos mais tarde, foi com a ajuda dele que ela se recuperou da tristeza imensa pela morte do meu irmão.
A
gora é a nossa vez de chorar a partida do Pompom, que dedicou sua existência a fazer minha mãe feliz. Eu sinto muito, nessa hora, porque sei que não posso dizer o mesmo. A gente cresce, tem que cuidar da própria vida, enfrentar milhões de problemas, assumir as responsabilidades da profissão, e nossos pais, no momento em que mais precisam de nós, acabam disputando um espaço com todas essas outras mil coisas tão menos importantes e que consomem nossos dias. Sempre me consolou saber que, mesmo eu estando longe, minha mãe não estava sozinha, ela tinha a companhia fiel de um cãozinho que a adorava. Sim, o Pompom era um cachorro, mas vivia para ela. E eu não podia fazer o mesmo.
Para muitos, pode parecer exagerado o sofrimento pela morte de um animal. Quem convive com eles, porém, sabe a diferença que fazem na nossa vida. Um cão de estimação é um amigo. E um amigo que não te abandona jamais, que gosta de você, não importa o que aconteça, que te suporta nos momentos de irritação, que te faz companhia nos momentos de solidão, que te consola nos momentos de tristeza e, mais ainda, que comemora com você os momentos felizes. Quantas pessoas assim nós encontramos ao longo da vida? Pois é...

Por tudo isso eu sinto muitíssimo a morte do Pompom. Sei que as minhas irmãs também estão tristes demais. Ele me atacou muitas vezes, chegou até a me morder quando fui pegar um novelo de lã da minha mãe que rolara para baixo de uma cadeira. Até dessa ranzinzice e obsessão eu vou sentir falta. Só espero, mesmo de longe, poder ajudar minha mãe a superar mais essa perda. Ajudá-la, principalmente, a transformar em alegria as muitas lembranças dos quinze anos que passaram juntos. Hoje elas ainda são a marca da grande saudade que vai permanecer conosco.
Adeus, Pompom!

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domingo, 10 de agosto de 2008

Cãozinho internado...

Não é segredo para ninguém (vejam post abaixo) que as mean divas têm especial apreço pelos seus cãezinhos.

Pois bem, o cãozinho Mean Pet aqui de Vitória, um Poodle de 15 anos (velhinho...) chamado PomPom e verdadeiro companheiro da minha mãe, teve que ser internado ontem.

Apresenta um quadro de pressão muito baixa, coraçãozinho comprometido e pulmão cheio dágua... sniffffff... Ficou internado numa clínica especializada esta noite recebendo soro e sendo monitorado. Deve fazer um ultrason agora, às 9h.

Já havíamos postado sobre o Pom Pom aqui no Mean Divas.

Vou lembrar aqui o que A Flower postou na ocasião:

“A dog is the only thing on earth that loves you more than he loves himself.”

Josh Billings (american humorist)

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Torçam por ele !!!

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sábado, 14 de junho de 2008

Faça seu cãozinho feliz (2)



Além do postinho, o Nick também ganhou, esta semana, uma caminha nova e um cachorrinho de pelúcia. Adorou os dois.

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Faça seu cãozinho feliz

Ontem foi dia de comprar presentes para o Nick. Como o estoque de picanhitas estava quase no fim e a porção diária de petisco estava ameaçada, rumamos para um grande petshop aqui de Campinas.
Nosso objetivo, além das picanhitas, era procurar um cone que pudesse substituir o botijão de gás, pelo qual o Nicolau caiu de amores.
No dia em que o botijão chegou, o horizonte do Nick ganhou novas dimensões. Macho que é, havia finalmente encontrado um "poste" dentro de casa. Agora sim podia fazer xixi com prazer...
Com a resolução do problema do encanamento de gás, o botijão foi embora e o pobre Nick perdeu seu postinho. O jeito, portanto, era conseguir algo que fizesse as vezes de poste.
Eu estava decidida a comprar um desses cones de sinalização de trânsito, mas descobri, no tal petshop, que existem cones próprios para os cães. Compramos dois.
Desde a hora em que o primeiro deles foi colocado no lugar previamente ocupado pelo botijão, Nick não faz xixi em outro lugar. O único inconveniente é que o cone é de borracha e precisa ser encapado para não absorver o xixi. Claro que isso é um belo golpe de mercado, porque o fabricante do cone vende também as "fraldas" que devem ser utilizadas para evitar o problema mencionado.
Como cabeça foi feita para pensar (e não para separar as orelhas), nós já demos uma solução: vamos encapar o cone de borracha com saco de lixo. É mais prático e bem mais barato.
O Nick, pelo jeito, não viu diferença entre a "fralda" oficial do cone e o saco plástico genérico... tudo vai muito bem no mundo canino dele!

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terça-feira, 20 de maio de 2008

Feline houling


It's going to be a loooooooooooooong full moon mischievous night in the house of Nicolao Franco.

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sexta-feira, 2 de maio de 2008

Pobre Nick!



Não é fácil ser cachorro de apartamento em dia de chuva...

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quinta-feira, 27 de março de 2008

Way to go, Uno!!!

O fato é inédito e merece ser muiiiiiito celebrado. Pela primeira vez na história um beagle foi considerado "best in show" no mais importante concurso de cães do mundo: o Westminster Kennel Club Dog Show, realizado anualmente no Madison Square Garden, em NY.
O acontecimento entusiasmou a multidão, que aplaudiu de pé a vitória de Uno.
Quem, como nós, ama os beagles, certamente vai ter dificuldade de segurar a emoção no momento em que o juiz anuncia o resultado. Quer ver como foi? Clique
aqui.
Abaixo, um trecho da notícia veiculada pelo NY Times, que também pode ser lida na íntegra aqui.

When Dr. J. Donald Jones, the judge for the best in show at the Westminster Kennel Club Dog Show Tuesday night, looked at the seven competitors for the title, he saw four breeds that had been denied the crown and three that had worn it.

Of course, there is no actual crown, but a lovely celebratory bowl that victorious toy dogs leap into for a little nap while their entourage kvells.

The four breeds that had been shut out were the beagle, the Weimaraner, the Australian shepherd and the Akita. There were two breeds that had captured best in show four times, the standard poodle and the Sealyham terrier, and a third, the toy poodle, that was twice a victor.

Jones watched each dog enter to the fanfare of dimmed house lights at Madison Square Garden and a double spotlight. The standard poodle trotted out first for a lap around the green-carpeted floor, followed by the Akita, the Weimaraner, the Australian shepherd, the beagle (to thunderous applause, as if Willis Reed had walked into the arena one last time), the Sealyham terrier and, finally, the toy poodle.

The judge could hear Uno, the 15-inch beagle, baying as he gave his once-over to the standard poodle. And when he completed his observations, he needed four minutes before he pointed to the winner: Uno, the beagle, or Ch. K-Run’s Park Me In First, who will turn 3 in May.

Snoopy would be pleased. His breed, long passed over for glory, had finally triumphed.



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