Mostrando postagens com marcador Saudade de Diva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saudade de Diva. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O silêncio dos violões

Não fui uma criança de muitos desejos. Claro, como todo mundo, de vez em quando eu queria ganhar alguma coisa especial – geralmente um conjunto de panelinhas para as muitas brincadeiras de cozinhadinho no quintal de casa (acho que esgotei, na infância, minha vocação para a culinária…), mas essas vontades eram quase sempre satisfeitas dentro de algum tempo.

Eu me lembro, porém, de ter, muito cedo, um imenso desejo de aprender a tocar violão. Como sou sete anos mais nova do que minha irmã mais próxima, desde muito pequena eu assisitia às aulas de violão que ela tinha lá em casa. E morria de vontade de aprender também.

O maior obstáculo, evidentemente, era o meu tamanho. Precisava crescer o suficiente para “abraçar” o violão com a mão direita. O braço esquerdo precisava ser longo o bastante para alcançar a extremidade do braço do instrumento e montar os acordes. Tive, portanto, que esperar. E, na minha perspectiva infantil, essa foi uma espera longa e interminável.

Um dia, porém, chegou a minha vez de sentar no sofá da sala de televisão, com o violão no colo, e receber as primeiras instruções do mestre Maurício de Oliveira. Com infinita paciência ele me ajudou a juntar os 3 dedinhos da mão direita e me ensinou a tocar o primeiro tipo de acompanhamento que se aprende: zum-pa-pa-zum-pa-pa-zum… uma valsinha. Passei algum tempo treinando, com a mão direita, a alternar entre o toque do polegar, na segunda corda de cima, e dos três dedos juntos, nas cordas de baixo.

Quando demonstrei algum controle sobre o ritmo, o professor passou à lição mais difícil: os dois acordes que “comporiam” a primeira música a ser tocada. Com um enorme esforço para os meus dedos pequenos, apertei as cordas do lado esquerdo para formar o Lá maior e o Mi maior. Doía, mas isso não era o suficiente para conter a minha vontade de aprender. Demorou um pouco, mas a persistência trouxe consigo a devida recompensa: dentro de algum tempo eu conseguia trocar de um acorde para o outro na mão esquerda, enquanto, com a direita, mantinha o ritmo da valsinha: zum-pa-pa-zum-pa-pa-zum…

Por fim, o último elemento precisava ser integrado: a voz. Afinadinha, comecei a cantar: Serenô, eu caio, eu caio. Serenô, deixai cair. Serenô da madrugada não deixou meu bem dormir. E assim, ao final de uma aula, comecei a tocar violão. A alegria foi indescritível. De repente eu também comecei a fazer algo que minhas irmãs maiores também faziam (muito melhor do que eu, mas isso não importava). Começamos, em família, a tocar juntas algumas músicas mais simples. A cantoria era animada. Meu pai sempre entrava fazendo a segunda voz.

As aulas continuaram. E a disciplina aprendida com o violão é algo que até hoje me acompanha. Quando se tem 6 ou 7 anos e se aprende a passar algumas horas treinando escalas para garantir que os dedos tenham a agilidade necessária para produzir os sons, fica bem mais fácil lidar com outras muitas circunstâncias da vida que exigem dedicação, paciência e concentração.

Aos poucos, Maurício começou a me introduzir ao violão clássico. Ainda antes de aprender a ler notação musical, eu já tinha um caderno pautado em que ele desenhava os acordes necessários para que eu conquistasse o meu segundo grande feito musical: solar o “Romance de Amor”. Quando isso aconteceu, mais uma emoção imensa, porque, na companhia da minha irmã, era possível tocar uma música belíssima em duas vozes.

As lembranças de Maurício são muitas, todas felizes ou peculiares. Lembro, por exemplo, de que ele sempre se vestia de branco. Anos mais tarde, lendo os famosos versos de Drummond – Ele ia de branco pela rua cinzenta – pensei imediatamente: como Maurício. Era uma tolice em relação ao poema, claro, mas a roupa branca era um traço do mestre.

Lembro das muitas vezes em que, diante de uma nova partitura e ainda meio insegura na leitura da duração das pausas e notas, eu dava um jeito de fazer com que ele tocasse primeiro para eu ouvir. Como sempre tive um ouvido muito bom para música, quando chegava a minha vez, eu tentava reproduzir a duração correta, a partir do que havia ouvido. Ele sabia que era isso que eu estava fazendo e comentava: é para você ler a partitura, não para tocar de ouvido!

Lembro das tardes de sábado, quando um grupo dos alunos de Maurício se reunia para ensaiar. Éramos umas sete pessoas, de idades e habilidades com o violão muito variadas. Todos nós, porém, tínhamos a responsabilidade de solar uma música. A minha era a Serenata, de Schubert. É difícil descrever a alegria e o prazer de ouvir, saindo dos meus dedos e com o acompanhamento de todos os outros violões, uma música tão bela.

As lembranças são muitas. Provavelmente muito semelhantes às de tantos outros alunos que Maurício ensinou a tocar violão. Como eles, desde ontem à tarde, perdi um mestre.

Hoje, os violões capixabas estão em silêncio. Mas a música de Maurício vai permanecer viva nos muitos violonistas que ele formou.

Fica aqui registrado o meu adeus ao mestre, com carinho.

Sphere: Related Content

domingo, 9 de agosto de 2009

Pai de Diva...


Deu uma vontade grande, hoje, de homenagear o pai de três das MD's: Diva Flower, Diva Wizard e diva Jester (a.k.a. Berná).

Nosso pai já não está mais conosco desde 1995, mas faz uma falta cada vez maior. Continua sempre por aqui, porém, em tudo que deixou em cada uma de nós (a ironia dívica é só um exemplo...).

Acho que, se fosse vivo, seria um leitor assíduo dos nossos posts maléficos e os encorajaria com força!


Na foto (tirada há um certo tempinho), nosso homenageado do dia, com duas divas (Flower e Wizard). No colo, uma filhotinha de diva (da Diva Jester).


Saudades, pai...

Sphere: Related Content

sábado, 18 de julho de 2009

Mais um adeus

Dizer adeus às pessoas queridas é sempre muito difícil. Por mais que a saúde vá nos dando algumas pistas de que o nosso tempo com aquela pessoa está chegando ao fim, somos humanos, preferimos não pensar nisso, acreditar que o tempo que resta não será tão curto.

Em um dia que começa normal e não anuncia que será bem mais triste do que os outros vem a notícia: o adeus, agora, é definitivo.

Hoje é um desses dias para nós. Perdemos um tio muito querido. Último irmão vivo do nosso pai, tio Alvinho sempre foi, para mim, uma espécie de exemplo de como seria o meu pai em uma versão mais alegre, mais descontraída.

Nos últimos 14 anos, desde que perdemos papai, encontrar tio Alvinho era sempre um momento de alegria dupla: o prazer de revê-lo, de ouvir algumas das suas muitas histórias do passado; e a rara possibilidade de, por meio da convivência com ele, matar um pouco as saudades de papai.

A tristeza que hoje se abateu sobre seus filhos é nossa velha conhecida. Não há palavras de consolo para quem perde um pai, principalmente quando esse pai era uma referência para todos. Para definir ‘tristeza’, a escritora Adriana Falcão utilizou uma imagem muito delicada e feliz. Segundo ela, “tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração”. Sei que falo pelas minhas irmãs quando digo que a mão que aperta nossos corações, desde que recebemos a notícia do falecimento do tio Alvinho, é imensa.

Agora só nos resta aceitar mais essa ausência em nossas vidas e lembrar dele com frequência, acolhendo a saudade despertada por essas lembranças, que traz consigo não só a tristeza pela falta de alguém que já não está mais aqui, mas também a alegria de reviver tantos momentos especiais passados juntos com ele.

Para nossa tia, primas e primos, a travessia do oceano de dor que hoje se inicia vai ser uma jornada longa. E, o mais triste, é que não terão o consolo da mão segura do tio Alvinho no leme do barco em que navegam. Mas, inspirados por ele, certamente encontrarão um porto seguro, de águas tranquilas, em que a saudade será o sentimento que o manterá vivo dentro de cada um deles.

Tio Alvinho

Sphere: Related Content

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Old friends

Eles já foram assim:

Hoje, estão assim:

Os cabelos se foram, mas a dupla continua imbatível. Para os fãs, como eu, a notícia de que Simon e Garfunkel se apresentaram, JUNTOS, na reinauguração do Beacon Theater em New York é emocionante. Principalmente porque há uma possibilidade de os dois fazerem um tour em 2009. Vou tratar de providenciar a renovação do meu visto americano. Quem sabe não faço uma loucura e resolvo assisti-los ao vivo?

Depois de 90 minutos de show, Paul Simon anunciou para a plateia: "Ladies and gentlemen, my old friend Art Garfunkel". E cantaram
, entre outras músicas, os versos inesquecíveis de Old friends...

Time it was and what a time it was,
A time of innocence, a time of confidences,

Long ago it must be,

I have a photograph,

Preserve your memories,
They’re all that’s left you...

Sphere: Related Content

domingo, 1 de fevereiro de 2009

All my bags are packed I'm ready to go



É triste, mas é verdade. Chegou a hora de partir. Amanhã voltamos para Campinas, para as chuvas e tempestades, para o calorão infernal. Ainda bem que nosso queridíssimo Nicolau nos espera. As saudades são muitas!
Deixamos aqui a praia, as caminhadas da manhã, o mar do fim de tarde, a rede na varanda, os pássaros no quintal... (E, sem nenhuma pena ou dor, a multidão de Orcs barulhentos!!!)
Mais difícil ainda é deixar para trás mãe e irmã, mas a gente se consola com a possibilidade de vários reencontros ao longo do ano.
Apesar de ter trabalhado muito enquanto estive aqui, só tenho a sensação de que meu ano começa "oficialmente" quando volto para Campinas. Então, amanhã será o primeiro dia de 2009 para mim. Que ele seja um pouquinho mais leve do que 2008.

Sphere: Related Content

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A very sad day...


Depois de uma ausência causada por um pouco de praia e muito trabalho, volto ao "ar" para fazer uma homenagem ao queridíssimo Nicolau Franco (o gato da Diva Sen). Ele hoje decidiu nos abandonar e alegrar um pouco mais o céu dos felinos.
Se eu tivesse que me definir, diria que sou uma "dog person", que gosta muito de gatos. (Já tive uma siamesa por alguns meses, mas a alergia da minha irmã tornou impossível a nossa convivência.)
Convivi muito pouco com o Ninix, como o Nicolau era carinhosamente chamado por sua dona. Nas vezes em que nos encontramos, porém, era evidente tratar-se de um gato muito especial. Extremamente dócil, carinhoso, com a elegância característica dos gatos ele nos recebia em seus domínios e dividia o espaço com as humanas desconhecidas.
Tenho certeza de que todas as pessoas que conheceram o Ninix estão, neste momento, lembrando do seu olhar doce e do pelo mais macio que já existiu.
Descanse em paz, Ninix. Agora que você está aí pertinho, aproveite para brincar com a lua cheia que tanto te excitava. Aqui, você fará uma falta muito grande.

Sphere: Related Content

sábado, 27 de setembro de 2008

A sad day...

Acabei de receber, por e-mail, um news alert do The New York Times:

The actor Paul Newman has died at 83 of cancer, his
spokeswoman told The Associated Press. Mr. Newman, whose career spanned five decades, was also a prominent social activist, a major proponent of actors' creative rights and a noted philanthropist. He was nominated for Academy Awards 10 times, and won a best actor Oscar in 1987 for "The Color of Money."

Dia triste para o cinema e para todos que, como eu, apreciavam o charme daqueles belíssimos olhos azuis.


Raindrops keep fallin' on my head
But that doesn't mean my eyes will soon be turnin' red
Cryin's not for me
'Cause I'm never gonna stop the rain by complainin'
Because I'm free
Nothin's worryin' me

May he rest in peace!

Sphere: Related Content

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Uma perda...

image

Faltava um post meu. Afinal era eu que convivia aqui no dia a dia com a bola de pelos. Talvez por isso tenha me sido tão difícil fazer esse post.

Pois é. Perdemos o Pom Pom.

Um companheiro da casa , meu e, principalmente, da minha mãe, por mais de 15 anos.

Pompom não era um simples cãozinho, sempre teve a inabalável certeza de que gente era e agia como se assim fosse. Chegava a ser engraçado aquela bolota de pêlos de uns 30 cm de altura que tinha decisão própria sobre uma série de coisas. Acho que , se tivesse que encontrar algumas palavras para descrever o bichinho essas seriam: FIDELIDADE, PERSONALIDADE e MAU HUMOR.

Sim , ele era mal humorado, bem mal humorado. Grumpy. Perturbou o Whiskey (um cocker meu) por 12 anos seguidos. Puxava as orelhas do bicho, mordia-lhe as pernas, enfim, era de uma "grumpice" única. Pompom logo, e sem dificuldades, rotulava as pessoas. Não existe essa babaquice de ser politicamente correto no mundo canino. Se não gostasse, não gostava e ponto.

Me lembro quando ele foi roubado e quase miraculosamente recuperado uns 15 dias depois. Quando o encontramos ele já não comia havia dias e ficou transido de felicidade quando nos viu.

Foi ficando velhinho. Perdeu a audição, parte da visão (tomada pela catarata), começou a ter alguns problemas motores e passou a ter uma fobia de subir escadas. Como ele dormia no quarto da minha mãe , de quem era um guardião e seguidor inseparável, havia diariamente o ritual de carregarmos (ela ou eu, quando ela viajava) o cão escada acima e escada abaixo. Acho que esse ritual se prolongou por mais de um ano.

No fim, nada mais havia nele que funcionasse direito: rins, fígado, coração, pulmão, olhos ou ouvidos. Tomava muitos remédios diariamente e o equilíbrio entre os remédios era um problema... Nas últimas semanas de vida passou a cair subitamente até que veio o AVC que o paralisou no lado esquerdo do corpo.

15 anos caninos = 105 anos humanos e muita, absolutamente MUITA relutância em nos deixar!

No fim, havia o olhar. Um olhar de súplica que me cortava o coração.

Os cachorros especiais são assim: mais que humanos.

Eu trocava fácil meia dúzia de gente mediana por um Pompom.

Sphere: Related Content

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Adeus a um amigo querido

Dizer adeus é sempre muito difícil. Quando a despedida é definitiva, o sofrimento é ainda maior. Hoje nos despedimos do Pompom. Nos últimos quinze anos ele esteve ao lado da minha mãe (era para ela aquele olhar de adoração da foto). A devoção era tão grande que nós, as filhas, nos conformávamos com o segundo lugar e sabíamos que ele era alguém muito importante na nossa família. Uma espécie de irmão caçula, que disputava (e ganhava sempre!) a atenção daquela pessoa adorada.
Se minha mãe adoecia, Pompom não saída do seu lado e qualquer uma de nós tinha de enfrentar a ira do cãozinho para chegar perto dela. E o tamanho não importava muito, porque sobrava valentia naquela bolinha de pêlos. Com a companhia dele mamãe enfrentou a doença e a morte do meu pai. Anos mais tarde, foi com a ajuda dele que ela se recuperou da tristeza imensa pela morte do meu irmão.
A
gora é a nossa vez de chorar a partida do Pompom, que dedicou sua existência a fazer minha mãe feliz. Eu sinto muito, nessa hora, porque sei que não posso dizer o mesmo. A gente cresce, tem que cuidar da própria vida, enfrentar milhões de problemas, assumir as responsabilidades da profissão, e nossos pais, no momento em que mais precisam de nós, acabam disputando um espaço com todas essas outras mil coisas tão menos importantes e que consomem nossos dias. Sempre me consolou saber que, mesmo eu estando longe, minha mãe não estava sozinha, ela tinha a companhia fiel de um cãozinho que a adorava. Sim, o Pompom era um cachorro, mas vivia para ela. E eu não podia fazer o mesmo.
Para muitos, pode parecer exagerado o sofrimento pela morte de um animal. Quem convive com eles, porém, sabe a diferença que fazem na nossa vida. Um cão de estimação é um amigo. E um amigo que não te abandona jamais, que gosta de você, não importa o que aconteça, que te suporta nos momentos de irritação, que te faz companhia nos momentos de solidão, que te consola nos momentos de tristeza e, mais ainda, que comemora com você os momentos felizes. Quantas pessoas assim nós encontramos ao longo da vida? Pois é...

Por tudo isso eu sinto muitíssimo a morte do Pompom. Sei que as minhas irmãs também estão tristes demais. Ele me atacou muitas vezes, chegou até a me morder quando fui pegar um novelo de lã da minha mãe que rolara para baixo de uma cadeira. Até dessa ranzinzice e obsessão eu vou sentir falta. Só espero, mesmo de longe, poder ajudar minha mãe a superar mais essa perda. Ajudá-la, principalmente, a transformar em alegria as muitas lembranças dos quinze anos que passaram juntos. Hoje elas ainda são a marca da grande saudade que vai permanecer conosco.
Adeus, Pompom!

Sphere: Related Content

domingo, 8 de junho de 2008

It's almost here!!!

Ontem, convencida por Berná que não era um pecado ir ao cinema quando ainda tenho toneladas de trabalho para dar conta antes da segunda-feira, tive uma emoção inesperada.
Lá, no corredor próximo à sala em que iríamos (finalmente!!!) assistir ao novo Indiana Jones, estava o pôster anunciando a estréia do próximo filme dos X-Files, em 25 de julho.
Claro que tirei uma foto com o celular (meio borrada, sorry!) só para registrar o momento.

Já estou planejando dar um jeito de encontrar uma horinha para ver Sex and the City. Assim, tenho o pretexto perfeito para levar minha Nikon ao cinema e, aí sim, tirar uma foto decente do pôster...

;)

Sphere: Related Content

domingo, 1 de junho de 2008

Fa freddo nello scriptorium...



Está frio em Campinas, um friozinho úmido, de fazer doer os ossos. Ruas molhadas da chuva da noite. O domingão tem cara de triste.

Estou no computador, que o dever me chama e a lista dos
to do's acumulados é grande.

Como diria Adso (todos os MR's que fazem jus ao nome sabem quem é Adso, right???),

"Fa freedo nello scriptorium, il pollice mi duole. Lascio questa scrittura, non so per chi, non so più intorno a che cosa (...)"

Tenho saudades do sol e da luz de Pipa. Quero voltar a Pipaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!! (browse here)

Sphere: Related Content

sábado, 10 de maio de 2008

OH. MY. GOD!!!

Se você quer permanecer "spoiler free", não clique nos links abaixo. Porém, se você é um X-Philie fanático como eu e precisa de informação sobre XF2: I WANTO TO BELIEVE, a Fox divulgou hoje dois vídeos promocionais. Um com Mulder, outro com Scully. São curtíssimos, mas já permitem sentir o nível de "angst" que vem por aí...




SCULLY


Se, depois de ver os promos, você estiver se perguntando que diabos aconteceu entre o fim da série e o filme, uma possível interpretação para a origem desses vídeos foi dada por Frank Spotniz, que fez a seguinte declaração em seu blog:

"To me the sort of chill down my spine was when I first saw David and Gillian, I think it was the beginning of November, they came to Chris's house in Malibu to read the script. We had a table read, and it was just the four of us.... And then a week later we did camera tests at Chris's house, and Gillian had the red hair, and David got his haircut back, his Mulder haircut, you know, he's been combing it differently all these years, and it was astonishing. It really was. It was like bringing back the dead. And they did some, they ad-libbed some talk that, will somehow end up, you'll end up seeing, it's be used by Fox somehow. But it was in character talk, and yeah, it was emotional, because you know, obviously, not surprisingly, I feel a very deep connection to these fictional people an there they were."


THE TRUTH IS OUT THERE AND SHALL BE POSTED HERE!!!


Sphere: Related Content

XF2 REPORT... Breaking news!!!




Para quem tem acompanhado cada fragmento de informação e desinformação sobre o novo filme, eu, que estarei viajando entre a madrugada de segunda-feira e a noite de sexta, só tenho uma coisa a dizer sobre a data de divulgação do trailler oficial de XF2: I WANT TO BELIEVE

THIS IS NOT HAPPENING!!!!!!!!!!!!!!

Sphere: Related Content

quarta-feira, 16 de abril de 2008

We have a title!!!!!!!!!!


WOW

Now it's official. Fans everywhere must be cheering up as I am right now, because the second movie of the X-Files has been christened. It will be called

The X-Files:



Ain't it great? I LOVE IT!!!! And I never stop believing...
There's also a new photo from our beloved duo. Check it out:


Is it July, 25th yet?????

Sphere: Related Content

Uma aranhinha subiu na torneira de água...



Para finalizar a sessão nostalgia que eu comecei ontem com o post sobre o livro do Malory, e fazendo uma daquelas relações malucas que de vez em quando acontecem, resolvi relembrar uma música que marcou a minha infância.

The itsy bitsy spider went up the water spout.
Down came the rain, and washed the spider out.
Out came the sun, and dried up all the rain
And the itsy bitsy spider went up the [water] spout again.
Wikipedia
Qual a relação? Ora, não é evidente? The Lady of Shalott passava os dias tecendo em sua torre. O que fazem as aranhas? Tecem suas teias. Pronto!
Viram como é fácil passar de um poeta vitoriano a uma canção infantil norte-americana sem qualquer ponto de parada pelo meio?
Tem dias que nem eu suporto a loucura da minha cabeça!!!

Sphere: Related Content

terça-feira, 1 de abril de 2008

Feliz aniversário


Hoje seria seu aniversário. Ontem mamãe falou comigo: amanhã seu irmão faria 60 anos. Mas eu já tinha lembrado. Quando Berná chegou, à noite, comentou: Paulo completaria 60 anos amanhã... Todas nós lembramos de você, sempre. Em algumas datas a saudade aperta mais. Hoje é uma delas.

Posso imaginar como seria a conversa telefônica. Você faria alguma brincadeira meio boba, fazendo de conta que não era uma data importante, mas no fundo nos dois saberíamos que, por trás das implicâncias freqüentes e das brincadeiras bobas, o sentimento era maior. Talvez porque a gente gostasse tanto um do outro fosse tão difícil nos entendermos.

Eu cresci e você continuou me tratando como a menininha que precisaria sempre da orientação e do conselho do irmão mais velho. Nada mais desesperador para alguém como eu! Houve momentos em que a convivência foi marcada pelo ressentimento. Em muitos outros eu achei que você jamais ia conseguir olhar para mim e ver como eu era de fato. Quanto tempo perdido! Hoje eu me pergunto se as suas implicâncias não eram o seu jeito de tentar parar um tempo que avançava rápido demais. Quem dera nós soubéssemos que ele, na verdade, seria tão curto!

Hoje, quando eu estava andando, uma das músicas que meu iPod “escolheu” tocar era dos The Hollies.

The road is long

With many a winding turn

That leads us to who knows where

Who knows where

But I'm strong

Strong enough to carry him

He ain't heavy, he's my brother

So on we go

His welfare is of my concern

No burden is he to bear

We'll get there

For I know

He would not encumber me

He ain't heavy, he's my brother

If I'm laden at all

I'm laden with sadness

That everyone's heart

Isn't filled with the gladness

Of love for one another

It's a long, long road

From which there is no return

While we're on the way to there

Why not share

And the load

Doesn't weigh me down at all

He ain't heavy he's my brother

He's my brother

He ain't heavy, he's my brother

Lembra? Foi você quem me deu uma fita K7 com a primeira gravação que ouvi dessa música. A saudade que se traduziu em lágrimas veio menos carregada de angústia. Era só a lembrança de muitas coisas boas que eu gostaria de compartilhar com você e não posso mais. Obrigada por me ajudar a conviver com a sua falta. Talvez esse tenha sido um presente seu para mim no dia de hoje...

Sphere: Related Content

quinta-feira, 27 de março de 2008

BELIEVE AGAIN...

My fellow shippers: it's time to start believing again.

Ontem foi divulgado o segundo trailer para X-Files 2 (a.k.a Done One).


Quem quiser dar uma espiadinha, é só clicar
aqui.


P.S. - Resolvi linkar para a página do X-Files News, porque os trailers que apareceram no YouTube estão com a qualidade um pouco pior (provavelmente a gravação foi feita por alguém que estava sentado de um dos lados e a imagem fica torta).


Sphere: Related Content

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Happy B-Day, Gillian!

Hoje é o aniversário de Gillian Anderson, atriz que criou a inesquecível Dana Scully, Diva máxima dessa diva que vos escreve.
Além da homenagem a Gillian, que se encontra, neste momento, participando das filmagens de X-Files 2, fica também registrado nosso agradecimento pela sua atuação emocionante em alguns dos mais marcantes episódios da série:
Memento Mori, Redux (I e II), Christmas Carol/Emily, e também pela criação do episódio que iluminou a alma de todos os shippers (como eu): All Things. É da abertura desse episódio que vem a citação abaixo:

Time passes in moments... moments which, rushing past define the path of a life just as surely as they lead towards its end. How rarely do we stop to examine that path, to see the reasons why all things happen, to consider whether the path we take in life is our own making or simply one into which we drift with eyes closed.

But what if we could stop, pause to take stock of each precious moment before it passes? Might we then see the endless forks in the road that have shaped a life? And, seeing those choices, choose another path?

Sphere: Related Content

sábado, 26 de janeiro de 2008

"We'll always have Paris..."


CNN
Screening Rom has just launched its Top 10 Romantic Moments (The list is worth checking, here).

Guess what???


Casablanca
(Michael Curtiz, 1942) has the leading position.

Well.. I tend to agree, have always liked this movie for a number of reasons. Here's what they say about it:


"Yep, it's a no-brainer. In a world full of slushy, happily-ever-after rom-coms, Bogie and Bergman find true romance in heartache, sacrificing their romance for the greater good. Bogie's 'hill of beans' speech still gets us every time. Oh, the tragedy! Still, they'll always have Paris ..."


Yes, they will always have Paris!!! (but will they, really??????)

Sphere: Related Content

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Together again... AT LAST!!!!

As Mulder would say.... PAR-TAYYYYYYYYYYYYYYYY!!!!!!!!!!



(first photos of Mulder & Scully in XF2)

Sphere: Related Content