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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Muito melhor do que os humanos

A notícia chega de Melbourne, Austrália. Durante um incêncio em uma casa, um cãozinho permaneceu cuidando de quatro filhotes de gato (sim, de gato!!!) que estavam em uma caixa de papelão.


A família e outro cachorro já tinham conseguido escapar das chamas, mas o herói canino ficou lá dentro, cuidando dos gatinhos. Quando os bombeiros entraram, encontraram o pobrezinho já desacordado.
Leo (esse é seu nome) precisou ser reanimado com massagem cardíaca. Depois recebeu água e oxigênio. Como recompensa, pôde reunir-se com os quatro filhotinhos!

Em uma época em que as notícias dão conta de traficantes que atiram em grávidas e crianças de dois anos, é um alívio constatar que os animais continuam muito melhores do que os seres humanos.

Alguns atribuem a Mark Twain a afirmação: "The more I know people, the more I love my dog". Se ele é o autor ou não, há dúvidas, mas acho que todos concordam com a essência da afirmação. Taí o Leo para provar o quanto isso é verdadeiro.

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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Vim aqui deixar meu dedinho de prosa...

Para celebrar também o niver da FLOWER !

Estou fora de casa, em Atibaia, mas consegui que esse modem da Vivo (ou morto...) funcionasse o suficiente para, ainda hoje, vir aqui, de público, desejar toda felicidade a esta Mean Diva especialíssima!

Minha "rimanzinha"... =)

F E L I Z   A N I V E R S Á R I O   !!!

As letrinhas do feliz aniversário são coloridas porque a Flower, essa é ...

FLICTS! 

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domingo, 10 de agosto de 2008

Cãozinho internado...

Não é segredo para ninguém (vejam post abaixo) que as mean divas têm especial apreço pelos seus cãezinhos.

Pois bem, o cãozinho Mean Pet aqui de Vitória, um Poodle de 15 anos (velhinho...) chamado PomPom e verdadeiro companheiro da minha mãe, teve que ser internado ontem.

Apresenta um quadro de pressão muito baixa, coraçãozinho comprometido e pulmão cheio dágua... sniffffff... Ficou internado numa clínica especializada esta noite recebendo soro e sendo monitorado. Deve fazer um ultrason agora, às 9h.

Já havíamos postado sobre o Pom Pom aqui no Mean Divas.

Vou lembrar aqui o que A Flower postou na ocasião:

“A dog is the only thing on earth that loves you more than he loves himself.”

Josh Billings (american humorist)

image

Torçam por ele !!!

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quarta-feira, 16 de abril de 2008

We have a title!!!!!!!!!!


WOW

Now it's official. Fans everywhere must be cheering up as I am right now, because the second movie of the X-Files has been christened. It will be called

The X-Files:



Ain't it great? I LOVE IT!!!! And I never stop believing...
There's also a new photo from our beloved duo. Check it out:


Is it July, 25th yet?????

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Feliz 10 aninhos, Nick!!!!

For Nick is a jolly good fellow,

For Nick is a jolly good fellow

For Nick is a jolly good feeeeeellow,

That nobody can deny

Which nobody can deny,

That nobody can deny

For Nick is a jolly good feeeeeellow,

Which nobody can deny



Parabéns, Nick! Que você possa passar muiiiiiiitos aninhos mais em nossa companhia. Nossa vida se encheu de alegria (e também de pêlos e algumas outras coisinhas....he he he) depois que você veio morar conosco.



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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

And Flocke is doing just fine :-)

Ralf Schdlbauer/EFE


On January 8th, Diva Flower wrote a post ("
O que há com as mamães ursas?", here) about the sad story of Flocke, the female cub that escaped death after her mother sucessively tried to kill her in Nuremberg's Zoo.

Well, here's a happy update to the initially sad story. Flocke is now two months old, and undescribably cute! As you can see from her most recent photo, she's doing just fine...

Sometimes sad stories do have a happy ending!

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terça-feira, 16 de outubro de 2007

A maldição das orelhas...

Os leitores do MD já conhecem o Nicolau Rogers, nosso mean pet divo. O que vocês não sabem é que o pobre Nick precisa enfrentar a maldição das orelhas caídas!
Uma das características dos cães de caça -- e o Beagle é um deles -- são as orelhas caídas, que têm a função de proteger os olhos dos cães enquanto eles farejam o chão à procura da presa.
Dono de Beagle sabe que essas orelhas são uma fofura, extremamente macias e sedosas. Até aí, tudo muito natural.
O problema é que o Nick é um cão de apartamento e, por isso, toma muito pouco sol. Como tem as orelhas caídas, a conseqüência indesejável a ser enfrentada é um fungo que nelas se desenvolve por conta da umidade interna. Desde pequeno ele sofre com dores de ouvido e tratamentos intermináveis.

Hoje, em conversa com o adestrador do Nick, ficamos imaginando o que seria um "prendedor de orelhas" ideal que permitisse, durante os passeios diários, mantê-las levantadas para que o calor ajudasse a combater o tal fungo.
Foi feita uma tentativa com um elástico, mas é evidente que não funcionou. Prendedor de roupa também não dá, porque aperta (e machuca!) as orelhas...
Se alguém que nos lê souber de algo, é favor avisar. Nicolau agradece antecipadamente. E as donas dele, também!

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segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Bela Vitória...


Não é todo mundo que pode se gabar de ter nascido numa ilha. Pois três das Mean Divas desfrutam desse privilégio!
Hoje, o site Globo.com trouxe matéria sobre as belezas da nossa ilha. Uma das fotos - justamente a que mostra a Baía de vitória - é tão bonita, que resolvi compartilhá-la com os leitores deste blog.
Enjoy...

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quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Tem mais presença em mim o que me falta...

Paulo,

É impossível vir ao Rio e não sentir o coração apertado de saudades. Quando estou em Campinas, ou em Vitória, ainda dá para fazer de conta que você continua aqui e que a gente não tem se falado por causa da correria da vida. Como sua morte continua me parecendo irreal e absurda, embarco nessa fantasia que me consola um pouco da tristeza de não ter mais como compartilhar com você algumas coisas importantes, outras tolas, mas todas essenciais para esse tecido familiar que vai sendo trançado ao longo da vida.

Dessa vez a saudade veio acompanhada por lembranças muito tristes. Estou hospedada no Mirador e foi daqui que partimos, no meio da madrugada, rumo ao Copa D’or. O telefonema de mamãe avisava que você estava tendo convulsões. Era a hora de nos despedirmos. Quanta tristeza, meu irmão!

Quase cinco anos se passaram e as imagens daquela madrugada continuam a me assombrar. Suspeito que o mesmo aconteça com mamãe, Maria Sylvia, Bernadete e Nely. Fomos nós que te fizemos companhia nos momentos finais. E, como o seu sofrimento era imenso e evidente, confesso que agradeci a Deus quando você nos deixou. Era o alívio inegável que chegava ao fim de uma luta que se estendeu por mais de um ano de tratamentos cruéis e inúteis.

Engraçado como depois da sua morte passei a te sentir mais próximo. Converso freqüentemente com você, como estou fazendo agora. Alimento a fantasia de te contar as coisas boas que têm acontecido na minha vida. Queria tanto te mostrar os meus livros! Acho que ia se orgulhar da irmã caçula que você insistia em tratar como criança, não importando a idade que eu tivesse. Qual seria a implicância que você conseguiria fazer para me provocar com relação aos meus livros? Sabe que sinto saudade das suas implicâncias? Inacreditável, não é mesmo?

Queria conversar sobre as novas descobertas musicais, que certamente também te agradariam, porque tínhamos o gosto tão parecido. Fico me perguntando se, como eu, você ia adorar a descoberta dos iPods e da possibilidade de carregar milhares de músicas ao alcance do ouvido, escolhendo aquelas que combinassem melhor com o seu estado de humor. Ah, você ia gostar demais desse aparelhinho!

Queria que você pudesse ver os seus filhos crescidos. Dá gosto ouvir o Guto falar, entusiasmado, sobre o curso de Engenharia Florestal (quem diria?). E que orgulho ver a Mari concluindo os cursos de arquitetura e engenharia civil! Nossa, você não ia caber em si de contente! E como eles estão bonitos!

De toda a saudade que sinto, a falta maior é daqueles abraços apertados que você me dava, sempre que nos víamos. Era uma expressão tão evidente de saudade e de afeto, que nem todas as implicâncias futuras davam conta de apagar.

Como eu gostaria de poder te abraçar novamente... Mais do que tudo, porém, queria me livrar de vez daquelas imagens malditas da sua última noite. Queria sonhar com você bem, saudável, alegre e não consumido pela doença. Escrevo sobre isso também como uma forma de exorcismo. Escolhi esse retrato seu com a Mari no colo, porque nele aparece o irmão cuja imagem quero levar comigo para sempre. Chega de memórias tristes e negativas. Seu sofrimento acabou. A saudade que ficou é o resultado de um afeto imenso que não tem mais como se expressar. Como diria o poeta Manuel Carlos, tem mais presença em mim o que me falta.

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domingo, 12 de agosto de 2007

Saudades de meu pai


Faz já 12 anos que perdi meu pai. 12 anos de saudades que se transformaram em uma companhia constante e me ensinaram a conviver com a falta. Mas hoje é dia dos pais e aí a saudade aperta um pouco mais.

Eu tive um pai diferente dos meus irmãos. Última filha, nasci quando meu pai já tinha 54 anos... era, portanto, um homem bem diferente daquele que acompanhou o crescimento dos primeiros filhos. Uma doença cardíaca que chegou quase junto comigo fez com que ele se tornasse mais calado, mais taciturno.

Cresci com a imagem de um pai exigente, austero, que se preocupava muito com os gastos, que me lembrava a todo instante que eu não era “filha de Matarazzo” (ele era da época em que os Matarazzo eram símbolo de riqueza...), que me ensinou que existem, sim, valores absolutos, como verdade, respeito, responsabilidade, que não cansava de me dizer que uma boa educação era o que ele poderia “deixar” para mim.

Meus irmãos falam de um pai mais alegre, que gostava de festas, brincava carnaval... não conheci essa pessoa. Meu pai era um homem bem mais sério, certamente mais doente e cansado. Mas continuava a ser totalmente dedicado à família.

Foi ele quem me descortinou o mundo da fantasia com as inúmeras histórias de baleias e gaviões que inventava para mim. Também me ensinou a valorizar os bons romances, lendo para mim, depois do almoço, as histórias de Laura Ingalls Wilder (Uma casa na campina, Uma casa na floresta, Às margens da lagoa prateada e tantos outros).

Esse homem sério ficava realizado quando assinava meus boletins escolares (uma colega de trabalho dele me contou, no velório, que ele tirava xerox dos meus boletins para mostrar aos amigos) e muito feliz quando, nas competições de natação, era chamado para me entregar alguma medalha.

Nesses 12 anos de ausência eu descobri que muito do meu pai existe em mim. O senso de responsabilidade implacável, a autocrítica impiedosa, a necessidade de projetar uma imagem profissional de correção e seriedade. Tudo isso eu herdei dele ou aprendi com ele.

Sinto muita saudade do meu pai. Saudade de conversar com ele, de ouvir as perguntas de sempre. Posso imaginar que ia me perguntar pelo trabalho, que ia comentar, em tom de brincadeira, que “trabalho é bom, mas cansa!”. Gostaria de ver a sua reação ao ter em mãos os livros que escrevo. Acho que ia ficar orgulhoso e, provavelmente, lembrar daquela menina que, ainda bebê, já era fascinada pelas teclas da sua máquina de escrever ...

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quinta-feira, 26 de julho de 2007

Pompom, um Mean Pet Divo capixaba!


“A dog is the only thing on earth that loves you more than he loves himself.”

Josh Billings (american humorist)

Este é o Pompom, que chegou em casa ainda minúsculo: era uma bolinha de pelo, o que explica seu nome. Embora goste de todas nós, Pompom é apaixonado - e o termo aqui não é nenhum exagero - pela minha mãe. O dia dele começa e termina em função do dela. É extraordinário observar, depois de 14 anos de convivência, que a adoração que ele tem por ela continua crescendo.

Outra característica do Pompom é a sua rabugice.

He is grumpy, grumpy, grumpy!

Definitivamente, mais um Mean Pet Divo para a nossa coleção.

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quarta-feira, 25 de julho de 2007

Mais, do mesmo.

Há alguns posts abaixo a Diva J diz o quanto a praia de Manguinhos é importante para nós. Para cada uma de nós, Manguinhos resgata sensações e sentimentos diferentes.

Prá mim, Manguinhos é uma referência, um norte, um lugar remoto da infância. Cresci na beira dágua, colada ao movimento das marés. Me lembro de Manguinhos dos samburás cheios de peixes, das redes carregadas de litrias, das marés muito baixas ou das marés muito altas.

Quando estou em Manguinhos, cada maré e cada lua cheia levam um pouco de mim ou trazem algo, sei lá... Não acontece quando estou em outras praias, não importa o quão bonitas elas sejam.

Búzios não é Manguinhos, Angra não é Manguinhos, Venice Beach não é Manguinhos. Uma amiga costuma chamar Manguinhos de Pasárgada e não é à toa...

Manguinhos é colorido. Manguinhos muda de cor... Algumas manhãs são douradas :



Outras manhãs são de um azul forte, carregado ...


Acho que MANGUINHOS É FLICTS !

Por isso gosto de comemorar meus aniversários lá. Vou fazer um churrasco lá no próximo sábado. Chamar os amigos mais chegados e parte da família.

Lá está minha referência de espaço e de tempo.

Não importa nada. Em Manguinhos, não importa nada.
Tem brisa (ou um vento nordeste da peste) e só se é feliz !


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sábado, 14 de julho de 2007

Nicolao Franco


A galeria de MD's Pets não poderia deixar de incluir Ninix, o gato mais fofo do universo.
Abaixo, cito Kinky Friedman, my personal hero, Texas jewish cowboy, owner of "one cat, four dogs, one armadillo and one Smith Corona typewriter", animal rescuer (check out his beautiful work at the Utopia Animal Rescue Ranch here):

"Cats are a fairly right-wing group politically. They are lovers of the status quo. They don't like anything that might represent change. They hate marriages, divorces, moving days, graduations, bar mitzvahs, bill collectors, rug shampooners, painters, plumbers, electricians, television repairmen, out-call masseuses, Jehovah's Witnesses, and just about everything else, most of which I agree with them about."

Friedman, Kinky (1993), When the cat's away. New York (Wings Books), 481


"When you have a cat, you assume certain responsibilities that, in a spiritual sense, may transcend those of a marital or a business relationship."

Friedman, Kinky (1993), Greenwich Killing Time. New York (Wings Books), 88


Falem a verdade, é fofo ou não é???????????????????????

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