Blue moon
You saw me standing alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own...
Cresci ouvindo e cantando essa música. Até hoje, quando vejo uma lua cheia nascer sobre o mar, lembro imediatamente da melodia. Aí, é impossível conter a tentação de cantarolar os versinhos tão conhecidos.
Como hoje é dia de lua cheia aqui em Manguinhos, resolvi presentear nossos Mean readers com uma foto dessa lua tão especial.
Enjoy!!!
domingo, 11 de janeiro de 2009
Lua cheia
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Flower Nakamura, ME
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21:17
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sexta-feira, 30 de novembro de 2007
As velas do Mucuripe...
... vão sair para pescar
Vão levar as minhas mágoas
Pras águas fundas do mar...
Eu bem que procurei mais velas, mas a única jangada que encontrei, no marzão que vejo à minha frente, da varanda do quarto do hotel, foi aquela ali, que vai se afastando qual alcíone, como diria Alencar. Acho que já vale, né?
[Serviço de utilidade literária
Para os que não se lembram, logo no primeiro capítulo de Iracema, podemos ler o seguinte trecho:
Serenai, verdes mares, e alisai docemente a vaga impetuosa, para que o barco aventureiro manso resvale à flor das águas.
Onde vai a afouta jangada, que deixa rápida a costa cearense, aberta ao fresco terral a grande vela?
Onde vai como branca alcíone buscando o rochedo pátrio nas solidões do oceano?
Bonito, não é mesmo? Quando a gente vê o mar do Ceará, entende melhor a inspiração do Alencar]
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Flower Nakamura, ME
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18:28
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sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Red pandas in love
KAWASAKI, Japão - Depois de oito anos vivendo juntos, dois pandas-vermelhos já nada jovens se apaixonaram e descobriram como se beijar. Agora, a aproximação do casal é esperança de que os dois - com idades de 14 e 12 anos - finalmente procriem.
Com média de vida de dez anos, os pandas-vermelhos são criaturas solitárias que costumam se unir apenas durante o período fértil. Mas o casal do zoológico Kawasaki Yumemigaoka, do Japão, é uma exceção à regra.
O panda macho e a panda fêmea são mantidos juntos há anos na esperança de que procriassem. Os dois só começaram a dar sinais de afeição um pelo outro neste ano. E agora passam grande parte do dia de lábios colados ou dormindo juntos.
Os pandas-vermelhos vivem nas montanhas e vales do Himalaia, no norte da Índia, na China, no Nepal e no Butão. Especialistas acreditam que apenas 2.500 deles ainda sobrevivem nas matas, onde são ameaçados pelo desmatamento e por caçadores.
Vamos torcer para o sucesso desse amor animal?
Maiores informações sobre os pandas vermelhos
aqui.
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Flower Nakamura, ME
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11:12
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sábado, 4 de agosto de 2007
Tempo de delicadeza

Pois é... O Zeca Baleiro musicou o poema do e.e.cummings (dois posts abaixo), traduzido para o português pelo Haroldo de Campos. Bom pra ler e ouvir em um dia de sábado, pra pôr a alma em paz e sonhar com tempos de delicadeza... Por que não?
Para ouvir, clique aqui (a música é a quinta da lista).
Nalgum Lugar
nalgum lugar em que eu nunca estive, alegremente além
de qualquer experiência, teus olhos têm o seu silêncio:
no teu gesto mais frágil há coisas que me encerram,
ou que eu não ouso tocar porque estão demasiado perto
teu mais ligeiro olhar facilmente me descerra
embora eu tenha me fechado como dedos, nalgum lugar
me abres sempre pétala por pétala como a Primavera abre
(tocando sutilmente, misteriosamente) a sua primeira rosa
ou se quiseres me ver fechado, eu e
minha vida nos fecharemos belamente,de repente,
assim como o coração desta flor imagina
a neve cuidadosamente descendo em toda a parte;
nada que eu possa perceber neste universo iguala
o poder de tua imensa fragilidade: cuja textura
compele-me com a cor de seus continentes,
restituindo a morte e o sempre cada vez que respira
(não sei dizer o que há em ti que fecha
e abre; só uma parte de mim compreende que a
voz dos teus olhos é mais profunda que todas as rosas)
ninguém, nem mesmo a chuva, tem mãos tão pequenas
E.E. Cummings
(tradução: Augusto de Campos)
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Berná
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10:56
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