

Para quem tem acompanhado cada fragmento de informação e desinformação sobre o novo filme, eu, que estarei viajando entre a madrugada de segunda-feira e a noite de sexta, só tenho uma coisa a dizer sobre a data de divulgação do trailler oficial de XF2: I WANT TO BELIEVE
sábado, 10 de maio de 2008
XF2 REPORT... Breaking news!!!
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Flower Nakamura, ME
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sexta-feira, 9 de maio de 2008
Eu ainda vou ter um!
Introducing CROCS MAMMOTH.
Com o friozinho chegando, já pensaram que tudo de bom??????????
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DIVA Sen
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Enquanto isso, no zoológico de San Diego...
Gente, parece que o mundo animal está bombando! Ontem um filhote de gambá atravessou na nossa frente. Hoje, leio no portal G1 (clicar aqui), notícia sobre o "infortúnio" acontecido com um urso polar.
Antes de contar o ocorrido, deixa só eu dizer que, para mim, os ursos polares são fofos justamente porque são branquinhos. Pois bem. Kalluk anda meio azulado. É isso mesmo. Azulado. Deram uma boneca para o urso de 7 anos e ele gostou tanto do brinquedo que acabou bluer than blue! Vejam só:

Mas que coisa, né? Agora as "bonecas" andam criando problema até para os ursos polares!
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Flower Nakamura, ME
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quinta-feira, 8 de maio de 2008
Look at that!
De longe parecia uma ratazana. Atravessou correndo a pista da lagoa, bem próximo à caravela. Quando chegamos perto, porém, ficou evidente que se tratava de um filhote de gambá. Isso mesmo! Era um gambá-comum (Didelphis marsupialis), daqueles que têm uma orelhona peluda e um rabão imenso.
Por que hoje eu resolvi levar minha máquina fotográfica comigo? Não sei. A vida tem muitas dessas coincidências inexplicáveis. O fato é que, justamente no dia em que o filhote de gambá resolveu dar as caras na lagoa, minha Nikon estava ao alcance da mão para registrar o feito para nossos Mean Readers. Então, sem mais delongas, aqui está o bichinho, visto de costas e de lado.

E não pensem que foi fácil "capturar" o gambazinho... Ele corre o tempo todo! Talvez porque saiba que, se der bobeira, vira almoço de algum animal maior que esteja por ali.
Good luck, little one!
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Flower Nakamura, ME
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segunda-feira, 5 de maio de 2008
É tempo de acabar com essas gracinhas!

Recebi o fôlder no último sábado, depois da caminhada no Taquaral.
Claro que fiquei irritada, pô!
Será que alguém vai ter a idéia de propor, algum dia, a Corrida da Cueca, ou algo parecido???? Não??? Por que então, meeeeesmo, alguém tem a brilhante idéia de promover a Corrida do Batom???
Que babaquice... Afinal, qual é a diferença entre homens que praticam esportes e mulheres que praticam esportes???
Mas não tem jeito, não! Enquanto as mulheres continuarem achando normais essas gracinhas, NADA vai mudar. Culpa nossa também, pípou!
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Berná
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21:55
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Fui dar um pulinho ali em Vegas... e voltei
Olá, Mean Readers! I´m back!
Fui dar um pulinho ali na "esquina de Vegas" na semana passada e voltei no último sábado.
Impressionante como, há tempos atrás, uma viagem internacional era uma coisa pensada e preparada! Agora não. É assim: zás-trás!
Fui participar de uma feira internacional sobre tecnologias de rede e datacenters, mas não vou "amuá-los" com tecnicismos por aqui. Deixo, no entanto, minha impressão de Vegas que me parece uma cidade imensa, inteiramente dedicada à diversão, no meio do deserto! Há uma sabida competição por lá sobre quem faz o maior, o mais luxuoso e o mais "weird" hotel. Vale mencionar o Luxor, de formato pirâmide em que fiquei que toda noite solta um jato de luz em direção ao espaço. O Venetian que reproduz Veneza, gôndolas e canais inlcusive (e obviamente numa breguice ianque), Paris (com uma torre Eiffel e um arco do triunfo fincados nele), Mandalay Bay com suas janelas douradas (dizem que o vidro foi tratado com ouro) e muitos outros do gênero. Vale sim a visita, a cidade é um espetáculo per si.
Mas o que ainda me chama sempre a atenção nos Estados Unidos, são as pequenas cidadelas do interior com suas casinhas e bares únicos. Deixo por aqui duas imagem de um bar onde parei, já no deserto de Mojave, a caminho do Grand Canyon.
Essa ai de baixo, com uma mistura estranha de mulher de barba com cowboy, me chamou especialmente a atenção!
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Unknown
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sexta-feira, 2 de maio de 2008
Ai, ai, ai.....

Seguinte: já faz um certo tempinho que não postamos aqui uma foto de um Divo candidate. Para mim, o Ewan Mcgregor (sim, é assim que se escreve o nome dele!) se qualifica plenamente. Nesse final de sexta-feira cheia de chuva, confinada ao teclado do computador, me ocorreu que, já que "a thing of beauty is a joy forever", nada como um imagem de um belo mocinho para melhorar o humor geral da galera feminina ...
O moço vai estar em breve em cartaz, no filme O Sonho de Cassandra, dirigido pelo Woody Allen. As críticas têm sido boas. Que tal dar uma conferidinha básica???
O SONHO DE CASSANDRA, de Woody Allen (Cassandra's Dream, EUA/França/Inglaterra, 2007). Woody Allen adotou a Europa como cenário de seus recentes filmes. Depois de servir de locação para Match Point e Scoop, Londres volta a abrigar seu novo suspense. A Espanha virá a seguir, na comédia Vicky Cristina Barcelona. O diretor retoma aqui a linha de mistério hitchcockiana em trama muito bem alinhavada. Em sintonia ímpar, Colin Farrell e Ewan McGregor interpretam os irmãos Terry e Ian. Embora unha e carne, eles têm personalidades antagônicas. Um representa a razão, cuida das finanças do modesto restaurante do pai e se faz passar por ricaço para seduzir uma jovem atriz. Já o outro, a emoção em pessoa, trabalha numa mecânica e não tem ambições além de um casamento harmonioso. Seu defeito é ser jogador compulsivo. Ao contrair uma dívida alta, vai pedir ajuda ao mano. Mas eis que ressurge o tio Howard (Tom Wilkinson) com uma proposta tentadora. Ian e Terry serão muito bem recompensados, caso aceitem matar um sujeito que vem atrapalhando os negócios do querido parente (108min).
(Resenha publicada na Veja São Paulo de 30.04.2008)
P.S's:
1. tenho um motivo inconfessável para essa escolha...
2. Não adianta insistir que ele NÂO será revelado, em hipótese alguma, rsrsrs...
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Berná
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Pobre Nick!
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Flower Nakamura, ME
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Valei-me, Galileu!!!
Pelo silêncio absoluto do Blog, nesta semana, vocês podem medir o que foi a quantidade de trabalho que desabou (literalmente) sobre a minha cabeça. Como se não bastassem os 12 capítulos a serem finalizados até o dia 30 (não, não ficaram prontos, porque eu dependo do trabalho de outras pessoas e uma delas atrasa sistematicamente...), no dia 28 uma das editorias para as quais escrevo me enviou 4 capítulos editados que precisavam ser liberados para o dia seguinte.
Maravilha! Como eu tinha mesmo muito pouca coisa a fazer, vamos atacar a emergência. Não tenho palavras para expressar o meu espanto (e pavor) ao deparar com sugestões de alteração no meu texto que produziam pérolas conceituais como a que segue:
Classicismo é a denominação da tendência artística que revitalizou a tradição clássica de afirmar a centralidade do ser humano em relação ao universo.
Gostaram? Ficou bonito, não é mesmo?Alguém aí ja ouviu falar da "centralidade do ser humano em relação ao universo"? Além da redação ser totalmente infeliz, a referência histórica foi para o espaço. Porque, até onde alcança a minha "inguinorãnça", não ocorria a ninguém, no século XVI, discutir a "centralidade" de nada em relação ao universo, muito menos do "serumano".
Nunca é demais lembrar que o pobre Galileu só formulou sua teoria heliocêntrica por volta de 1613 (século XVII, portanto). E vejam só o que aconteceu com ele por causa disso.
Mas o editor certamente sabe mais do que eu, certo? Afinal de contas, como é que se poderia aceitar algo como "Classicismo é a denominação da tendência artística que revitalizou a tradição clássica de afirmar a superioridade humana". (Super banal, não é mesmo? Dava para ficar tão mais chique. E eu reclamando...)
De superioridade humana à "centralidade do ser humano em relação ao universo" é um pulinho. Temos, inclusive, o famoso Homem Vitruviano de Leonardo Da Vinci que, na perspectiva do autor da pérola acima, demonstra exatamente isso. Tá lá aquele homem, peladão, bem no meio de uma bolota que só pode representar o Universo. Certeza!!!

Sinceramente... eu acho que, se as pessoas não têm nada melhor a fazer da vida, não cometer esse tipo de atrocidade já é um lucro tremendo.
Peço perdão pela ausência (espero que nossos Mean Readers não nos abandonem), mas não está sendo fácil fazer o meu trabalho e corrigir todas as porcarias que algumas pessoas dotadas de quatro patas inserem nos meus originais.
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segunda-feira, 28 de abril de 2008
Para ler e ruminar...

[A capivara não é um boi, mas é um ruminante. E certamente deve se perguntar que raios de gente maluca é essa que ela vê passando todos os dias de um lado para o outro...]
Tão delicados (mais que um arbusto) e correm
e correm de um para outro lado, sempre esquecidos
de alguma coisa. Certamente, falta-lhes
não sei que atributo essencial, posto se apresentem nobres
e graves, por vezes. Ah, espantosamente graves,
até sinistros. Coitados, dir-se-ia não escutam
nem o canto do ar nem os segredos do feno,
como também parecem não enxergar o que é visível
e comum a cada um de nós, no espaço. E ficam tristes
e no rasto da tristeza chegam à crueldade.
Toda a expressão deles mora nos olhos – e perde-se
a um simples baixar de cílios, a uma sombra.
Nada nos pêlos, nos extremos de inconcebível fragilidade,
e como neles há pouca montanha,
e que secura e que reentrâncias e que
impossibilidade de se organizarem em formas calmas,
permanentes e necessárias. Têm, talvez,
certa graça melancólica (um minuto) e com isto se fazem
perdoar a agitação incômoda e o translúcido
vazio interior que os torna tão pobres e carecidos
de emitir sons absurdos e agônicos: desejo,amor, ciúme
(que sabemos nós?), sons que de despedaçam e tombam no campo
como pedras aflitas e queimam a erva e a água,
e, difícil, depois disto, é ruminarmos nossa verdade.
(Carlos Drummond de Andrade – Um boi vê os homens)
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Extra! Extra!
Chego em casa da natação e, antes de mergulhar no trabalho, resolvo dar uma espiadinha nas notícias. Afinal de contas, informação é algo essencial à vida de todos nós, não é mesmo?
Pois bem. Foi só abrir a página do UOL para me deparar com o seguinte furo de reportagem:
Resolvi reproduzir aqui, porque concluí que nossos Mean Readers também não podiam passar sem uma informação tão relevante para a vida nacional.Marido de Ana Hickmann briga em aeroporto, em Brasília
da Folha Online
Alexandre Corrêa, marido eempresário de Ana Hickmann, discutiu com um repórter da Record. O incidente aconteceu no Aeroporto Internacional de Brasília, cidade em que Ana ficou dois dias fazendo reportagens para o "Hoje em Dia". "A Ana estava sem maquiagem, sem penteado, de chinelo. Mandei desligarem a p.. da câmera", disse Alexandre à coluna. O aeroporto parou...
Agora minha semana de trabalho intenso já pode começar.
News update: a mesma notícia aparece no portal Terra. Deve ser mesmo algo muito importante...
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sábado, 26 de abril de 2008
Man-made monsters
Mais ou menos há um ano eu estava fazendo minha caminhada matinal quando quase tive uma parada cardíaca: avistei, à esquerda e bem próximo de mim, um imenso crocodilo. O susto foi tão grande, que eu dei um pulo para trás. Dois segundos mais tarde eu me recuperei e vi que se tratava de uma "escultura".
De lá para cá o crocodilo já ganhou várias cores diferentes (no dia do susto, estava bem escuro, bastante "real"), foi destruído várias vezes e, agora, parece que se estabilizou nesse cinza-cimento que vocês podem ver na foto.
Já tinha me acostumado com o crocodilo quando, uns quinze dias atrás, eu e Berná resolvemos tirar fotografias depois da caminhada. Munidas de nossas possantes câmeras, lá estávamos nós procurando "alvos" em meio às árvores quando encontramos uma anaconda gigante. Nada mais, nada menos.

Eu queria saber de quem foi a idéia brilhante de espalhar esses monstros saídos de produções B de Hollywood pela lagoa. Será que pretendem criar um jardim teratológico? Com a quantidade de idosos que circulam por lá, qualquer dia desses um vai tomar um susto muito grande e cair durinho no chão!
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Flower Nakamura, ME
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Placas (5)
Faz tempo que eu queria postar aqui uma foto de uma placa de sinalização que pode ser vista em diferentes pontos da lagoa do Taquaral (também conhecido como Parque Portugal).
Acho o máximo essa história de "recanto do raciocínio". E o que poderia ser um "recanto do raciocínio" em um parque, perguntam vocês.
Um lugar para meditação? Um espaço para leitura? Não! Claro que não!!! Um amontoado de mesinhas para jogar xadrez, evidentemente. Se alguém joga xadrez, só pode estar raciocinando...
O melhor mesmo é a localização do "recanto do raciocínio": ele fica entre as mesas do truco (a gritaria diária começa às 7h30, 8h da manhã!!!) e os banheiros.
Local bem apropriado para o raciocínio, não é mesmo?
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sexta-feira, 25 de abril de 2008
84, and going up!
Just found out that today we received our 84th visit from a foreign place, far, far away... And we're not even one year old.
Way to go, girls!!!
Welcome, Mongolia!!! (some basic info and... zen background music here)
| 1. | 23:05 | NET Serviços de Comunicação S.A., Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil | ||
| 2. | 23:07 | TELECOMUNICACOES DE SAO PAULO S.A. - TELESP, Votorantim, Sao Paulo, Brazil | ||
| 3. | 03:37 | The first E-commerce ISP in Mongolia. We provide, Ulaanbaatar, Mongolia | ||
| 4. | 07:29 | TELECOMUNICACOES DE SAO PAULO S.A. - TELESP, Artur Nogueira, Sao Paulo, Brazil | ||
| 5. | 08:09 | NET Serviços de Comunicação S.A., Campinas, Sao Paulo, Brazil | ||
| 6. | 08:51 | BRAGATEL, Braga, Portugal |
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Berná
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09:35
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quinta-feira, 24 de abril de 2008
As vantagens do método...
Já deve ter ficado claro para os nossos Mean Readers que eu tenho uma existência marcada por algumas loucuras muito específicas. My fellow MDs brincam e dizem que, mais um pouquinho, e eu serei diagnosticada com TOC.
Talvez haja mais do que uma boa pitada de verdade nessa observação profundamente mean, mas gostaria, se possível, de defender as vantagens do método em alguns contextos específicos. Qualquer dia desses me animo e escrevo um post sobre como se deve comer milho em espiga. Hoje, porém, meu objeto de análise é outro: como riscar um fósforo.
Há método para riscar fósforos, perguntam vocês? Claro que sim!
Imagino que a maioria das pessoas simplesmente risque o fósforo como Deus é servido. Eu, porém, jamais faço isso. Por quê? Porque o resultado dos riscos ao léu é um só (ver foto abaixo): a lateral da caixa fica com um amontoado de riscos sobrepostos e quase sempre deixa de provocar a combustão.
Ora, aprendemos nas aulas de química que a combustão ocorre por causa de uma reação gerada pelo atrito do clorato de potássio existente na cabeça do palito contra o elemento químico fósforo que está na lixa da caixa. Se a lixa lateral desaparecer, um dos elementos necessários para a combustão desaparece também.
Você certamente já deve ter passado pela experiência de ficar procurando um lugarzinho não usado para riscar os últimos palitos de fósforo.
Pois bem, com o método Flower Nakamura de acender fósforos, isso NUNCA ocorre. Vejam só a foto de uma caixa de fósforos utilizada de modo cuidadoso e metódico: 
Viram só?
Se, em lugar de riscar horizontalmente os palitos, você fizer a opção por produzir verticalmente o atrito, terá lixa suficiente para acender metade dos fósforos em cada um dos lados da caixinha.
E, além disso, as laterais não ficam parecendo obra de crianças que pegam em lápis pela primeira vez na vida...
P.S. - Se vocês concluíram que não é fácil ter uma cabeça como a minha, estão certíssimos! Mas acrescento, em minha defesa, que este post nasceu de um dia de muito trabalho e algumas irritações totalmente desnecessárias à existência de uma Diva.
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quarta-feira, 23 de abril de 2008
Esse é dos bons!!!!!

E por falar em earthquakes...
...olha o terremoto brasileiro aí, gente!!!!!!!!!
(Thanks once more, Roque Sponholz...)
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Earthquake: I felt it!

What a way to celebrate EARTH DAY!!!
Estava deitada no sofá abraçada ao Ninix esperando ansiosamente o início de DAMAGES quando senti como se sacudissem levemente o sofá. Olhei pela janela e a chuva tinha diminuído, apenas a rede de segurança balançava com o vento. Quando olhei de volta para a direção da TV, um relógio que fica na prateleira de cima, montado sobre uma mola, estava num movimento enlouquecido de vai-e-vem. Pensei: ou é um terremoto ou acabo de passar por alguma experiência paranormal (not to mention that you know I believe the truth is out there...). Imediatamente liguei para meu irmão em São Paulo. Nós rimos do "absurdo" e fui tranqüilamente assistir DAMAGES com Ninix, que btw não mexeu um pelinho sequer com tudo isso. Minutos depois, liga meu irmão: tinha acabado de dar no Plantão do JN a notícia do terremoto. E depois disso quem disse que eu consegui me concentrar no episódio??????????????? Terminado DAMAGES, ligo para Flower e Diva J, que moram em andar de quase dois dígitos (eu, no primeiro), para saber se elas sentiram, mas não tinham (vocês precisavem ver a surpresa de Flower!). Falamos, então, de DAMAGES.
Oh well, life goes on, com mais essa história para contar.
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DIVA Sen
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06:48
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segunda-feira, 21 de abril de 2008
Quem não chora, não mama!
Este é um post que estou "devendo" há um certo tempinho. É que não queria deixar de compartilhar com vocês esta foto do Kiko, papagaio paraibano, que adora comer...batatas fritas! O registro foi feito durante minha última viagem a João Pessoa (há quase um mês, portanto), no restaurante Canyon (Praia do Coqueirinho).
Kiko é muito simpático, gosta de circular pelas mesas divertindo os fregueses do restaurante. Deixa-se fotografar sem problema algum (aliás, parece curtir seus minutinhos de fama...). Mas Kiko é um papagaio pidão, e vai direto nas mesas onde alguém está consumindo sua iguaria predileta, as batatas fritas!!!
Kiko SEMPRE consegue todas as batatas que quer, e as "descasca" diligentemente antes de comer o miolo.
(Well, pelo menos assim vai se livrando do excesso de gordura, rsrsrs...)
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Berná
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10:29
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sábado, 19 de abril de 2008
Releitura
“Onde ninguém mete o nariz, aí entra o meu, com a curiosidade estreita e aguda que descobre o encoberto.”
Machado de Assis
Fiquei pensando se o Cabrini não é um machadiano enrustido.
Certamente daria um novo sentido à observação acima sobre o nariz, não é mesmo?
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Flower Nakamura, ME
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sexta-feira, 18 de abril de 2008
Que bolão!
Tem vezes que é difícil acreditar que as pessoas abrem a boca e dizem coisas como:
Advogado: Cabrini defendeu carreira ao usar droga
O advogado de Roberto Cabrini, Renato Martins, afirmou hoje que o jornalista foi obrigado a ser filmado consumindo cocaína não apenas para manter sua integridade física e conservar boas relações com integrantes do mundo do crime, mas também para defender sua carreira profissional. "Meu cliente precisava de uma prova da veracidade de sua entrevista com o líder do PCC, era também sua reputação jornalística o que estava em jogo"
Com um bolão desses, imagino como deve ser difícil resistir à criação de manchetes engraçadinhas...
Cabrini: tudo pela carreira
Cabrini: uma carreira pela outra
Cabrini: a carreira que virou pó
Só por Deus mesmo...
Aliás, já que toquei no assunto, preciso fazer um comentário rápido sobre essa história. Será que eu sou a única com muita dificuldade em aceitar o argumento da defesa de que o jornalista foi "obrigado" a consumir cocaína para manter sua "reputação como jornalista"? Cuméquié, mermão? Reputação como jornalista? Sei.
Se eu fosse o Cabrini, trocava de "adevogado", porque um causídico que perpetra declarações como essas não parece muito qualificado para defender os interesses de seu cliente. A menos que ele seja um compadre de carreira. Aí eu até entendo...
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A garça filósofa
Contemplo o lago mudo
Que uma brisa estremece.
Não sei se penso em tudo
Ou se tudo me esquece.
O lago nada me diz,
Não sinto a brisa mexê-lo
Não sei se sou feliz
Nem se desejo sê-lo.
Trêmulos vincos risonhos
Na água adormecida.
Por que fiz eu dos sonhos
A minha única vida?
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quinta-feira, 17 de abril de 2008
"Hair, hair, hair, hair... let it fly in the breeze"

Hoje é dia de cortar o cabelo, porque já está ficando difícil fazer caber na touca de natação. Pelo menos eu não tenho grandes dramas na hora de resolver o que quero de corte. Já a paciência para enfrentar o ambiente do salão, essa eu não tenho mesmo.
Gente, o que é aquilo?
Quem são aquelas pessoas?
Em que raio de mundo elas vivem?
Wish me luck... and lots of patience!
POST UPDATE:
A crise deve estar mesmo feia, apesar do que afirma o mollusco. Eu era a única
cliente do salão. E, pelo que me disse a manicure, fui a primeira pessoa que ela atendeu, desde que chegou para trabalhar às 9h da manhã. Como eu marquei às 13h30, façam as contas do tamanho do prejuízo.
Infelizmente, isso não significou "menas" bobagens, porque a equipe estava lá, parada, exercitando o principal músculo do corpo: a língua...
PTL!
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quarta-feira, 16 de abril de 2008
We have a title!!!!!!!!!!
WOW
The X-Files:

There's also a new photo from our beloved duo. Check it out:

Is it July, 25th yet?????
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18:06
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Uma aranhinha subiu na torneira de água...

Para finalizar a sessão nostalgia que eu comecei ontem com o post sobre o livro do Malory, e fazendo uma daquelas relações malucas que de vez em quando acontecem, resolvi relembrar uma música que marcou a minha infância.
- The itsy bitsy spider went up the water spout.
- Down came the rain, and washed the spider out.
- Out came the sun, and dried up all the rain
- And the itsy bitsy spider went up the [water] spout again.
- Wikipedia
Viram como é fácil passar de um poeta vitoriano a uma canção infantil norte-americana sem qualquer ponto de parada pelo meio? Tem dias que nem eu suporto a loucura da minha cabeça!!!
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terça-feira, 15 de abril de 2008
The Lady of Shalott
"On either side the river lie
Long fields of barley and of rye,
That clothe the wold and meet the sky;
And through the field the road run by
To many-tower'd Camelot;
And up and down the people go,
Gazing where the lilies blow
Round an island there below,
The island of Shalott.
Willows whiten, aspens quiver,
Little breezes dusk and shiver
Through the wave that runs for ever
By the island in the river
Flowing down to Camelot.
Four grey walls, and four grey towers,
Overlook a space of flowers,
And the silent isle imbowers
The Lady of Shalott.
By the margin, willow veil'd,
Slide the heavy barges trail'd
By slow horses; and unhail'd
The shallop flitteth silken-sail'd
Skimming down to Camelot:
But who hath seen her wave her hand?
Or at the casement seen her stand?
Or is she known in all the land,
The Lady of Shalott?
Only reapers, reaping early,
In among the bearded barley
Hear a song that echoes cheerly
From the river winding clearly;
Down to tower'd Camelot;
And by the moon the reaper weary,
Piling sheaves in uplands airy,
Listening, whispers, " 'Tis the fairy
The Lady of Shalott."
There she weaves by night and day
A magic web with colours gay.
She has heard a whisper say,
A curse is on her if she stay
To look down to Camelot.
She knows not what the curse may be,
And so she weaveth steadily,
And little other care hath she,
The Lady of Shalott."
[Bonito, né? Se quiser conhecer o poema completo, é só clicar aqui. Este é um dos meus favoritos de Tennyson. O quadro é de outro pré-rafaelita, William Holman Hunt, e foi pintado para ilustrar o poema.]
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"Time it was, / And what a time it was, / It was..."
De vez em quando a gente começa a tropeçar em lembranças do passado. Isso tem acontecido muito comigo nos últimos dias. Começou na última quarta-feira quando fui conhecer a Livraria Cultura, que inaugurou sua loja em Campinas, e o primeiro livro que eu parei para olhar foi uma edição crítica do Le Morte D'Arthur, de Sir Thomas Malory. Esse foi um dos livros que analisei na minha tese de mestrado sobre refacções da novela arturiana no século XIX.
Uma coleção de livrinhos elegantes me chamou a atenção, logo em seguida. Quem era o autor que estava bem na minha frente? Sir Alfred Tennyson, um importantíssimo poeta vitoriano que escreveu os Idylls of the King. Preciso dizer que o rei, do poema, é Arthur e que o texto em que Tennyson se baseou para compor seus versos foi o de Malory? Pois é. A coisa fica ainda melhor, porque Tennyson foi justamente um dos autores do século XIX cuja proposta de releitura da obra de Malory eu analisei.
Achei melhor mudar de rumo na livraria, porque, no ritmo em que iam as coisas, o terceiro livro a me chamar a atenção só poderia ser o do terceiro autor com quem trabalhei: Mark Twain (ele escreveu o divertidíssimo A Conecticut Yankee at King Arthur's Court, também a partir do texto de Malory).
Paixão é sempre uma coisa muito perigosa. As tentações da paixão, então, são muitas vezes incontroláveis. Naquele dia, tentei me convencer de que eu não precisava de mais um exemplar do Malory. E que já tinha todos os poemas do Tennyson que estavam compilados naquele belíssimo livrinho. Deu empate entre o coração e o cérebro: comprei o Tennyson e resisti ao Malory. Mas continuo tentadíssima a voltar na loja e trazê-lo para junto das outras edições da mesma obra que eu já tenho em casa...
[O quadro que ilustra este post é de autoria do pintor pré-rafaelita Edward Burne-Jones e foi intitulado The last sleep of Arthur]
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Flower Nakamura, ME
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Grrrr....
Tem dias em que falta pouco, muito pouco, para eu cometer um crime. Na verdade, acho que só não cometo, porque a vítima desejada não está ao alcance da minha mão.
Como lidar, por exemplo, com 7 (sete!!!) ligações do telemarketing do banco Santander no mesmo dia? Gente, é um inferno! Não importa que você diga que não está interessada em nada que tenham a te oferecer: eles continuam ligando.
Quando atendo a sétima chamada, a vontade que eu tenho é de matar a pessoa que está do outro lado da linha. Nada mais, nada menos. MATAR.
P.S. - Acrescentei o texto do cartum, porque estava meio difícil de ler. Valeu pela "dica" no comentário, Berná!
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Flower Nakamura, ME
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Por Tutatis!!!
Acabo de ler uma notícia da BBC Brasil que resume um pouco como andam as coisas lá por cima. Segundo a Agência Espacial Européia, de 1957 (ano de lançamento do primeiro satélite) até janeiro de 2008, mais de 6 mil satélites foram enviados para a órbita terrestre. Desse total espantoso, somente 800 permanecem ativos. O que acontece com os outros? Nada, ficam lá no espaço, "boiando", provavelmente ao som de alguma valsa de Strauss...
E o lixo espacial não é só constituído por satélites: além deles ainda se acumulam, no espaço, fragmentos de aeronaves que se quebram, que explodiram ou que foram abandonadas.
A situação é complicada. Vejam só a foto divulgada junto com as informações da ESA.

Como a estimativa é de que sejam lançados cerca de 2000 satélites por ano, daqui a pouco, como temiam os gauleses, o céu vai literalmente começar a cair sobre nossas cabeças.
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Flower Nakamura, ME
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segunda-feira, 14 de abril de 2008
Bonus photo...
E eu não poderia deixar de compartilhar com vocês essa foto (espécie de amarilis), exemplo dos prêmios que a gente recebe depois do skibunda na trilha...
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Berná
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No guts, no glory!!!!!
Taí, gostei muito desse texto do Drauzio Varella, publicado na Ilustrada da Folha de S. Paulo, no último sábado (12.04). É preciso mesmo muuuuuuita disciplina pra gente se obrigar a levantar da cama cedíssimo (meu caso e o de tantas pessoas disciplinadas que conheço...) para ir andar, correr, nadar, etc, etc, etc, condição absolutamente necessária para garantir que o nosso coração se comporte direitinho, rsrsrs... É isso aí, gostar MESSSSSSSMO de pular cedinho da cama ninguém gosta, o prazer vem é depois do esforço feito, da endorfina produzida, da sensação de dever cumprido... Aí, sim, a gente descansa em paz!
No sábado, por exemplo, fui fazer uma trilha na crista de uma serra belíssima, entre São Paulo e Minas. Com um grupo legal de colegas de yoga do Isvara e da Pisa Trekking, fui até o Pico do Lopo, esse lugar maravilhoso aí da foto acima (1750 metros). Chegar perto do pico é uma sensação indescritível, mas o percurso até lá...well..., exige, digamos assim, um certo esforçozinho, principalmente depois de chuvas. Aí a trilha, que é razoavelmente fácil, fica beeeem mais complicada (o grau de dificuldade sobe, de uma patinha para três patinhas... confiram as patinhas no site da Pisa). Muita lama e, como todo mundo sabe, a gente ES-COR-RE-GA na lama! Vai daí que, com skibunda grátis, todo mundo resolveu experimentar esse fabuloso esporte pelo menos uma vez, ao longo da trilha. Todo cuidado foi pouco, também, pra não se enforcar nos cipós...
Pípou, foi tudo de bom!!!! Fiz muitas fotos, várias do pico, outras da trilha e do grupo, muitas da vegetação de altitude... Só não conseguimos fazer foi a prática de yoga porque, quando nos preparávamos, começaram a cair os grossos pingos da chuva anunciando uma...tempestade, com trovões, raios, tudo a que se tem direito... Na volta, pegamos chuva forte na trilha. Chegamos completamente molhados, mas absolutamente... felizes!
Reflitam, agora, sobre o que diz o Drauzio Varella, tem tudo a ver com esses meus comentários iniciais...
Se você é daqueles que esperam a visita da disposição física para fazer exercícios, desista
Mal desembarquei no aeroporto Santos Dumont, dei de cara com uma jibóia contorcida que avançava em passo de procissão. Era uma fila longa e grossa constituída por mulheres com trajes formais e homens de terno escuro, ejetados pelos aviões que aterrissavam no primeiro horário da manhã.Usuário contumaz da ponte aérea que liga São Paulo ao Rio, jamais havia me deparado com aquela aglomeração ordeira.
Assim que a jibóia fez a curva, saí de lado para enxergar a origem do congestionamento. Não pude acreditar: a fila desembocava na boca da escada rolante. Ao lado dela, a escada comum, deserta como o Saara.
Imaginei que houvesse alguma razão para tanta espera, quem sabe a escada mecânica estivesse obstruída; mas, como não percebi nenhum obstáculo, caminhei em direção a ela. Não fosse a companhia de um rapaz de mochila nas costas, dois degraus à minha frente, eu teria descido no desamparo.
Se ainda fosse para subir a escada rolante, o esforço maior e a transpiração àquela hora da manhã talvez justificassem a falta de iniciativa. Os enfileirados, no entanto, berrando em seus celulares, em pleno vigor da atividade profissional, recusavam-se a movimentar as pernas mesmo para descer.
Se perguntássemos para aquele povo se a vida sedentária faz bem à saúde, todos responderiam que não. Pessoas instruídas estão cansadas de ler a respeito dos benefícios que a atividade física traz para o corpo humano: melhora as condições cardiorrespiratórias, reduz o risco de doenças cardiovasculares, reumatismo, diabetes, hipertensão arterial, câncer, degenerações neurológicas etc.
Por que, então, preferem aguardar pacientemente a descer um lance de degraus às custas das próprias pernas? Por uma razão simples: o exercício físico vai contra a natureza humana. Que outra explicação existiria para o fato de o sedentarismo ser praticamente universal entre os que conseguem ganhar a vida no conforto das cadeiras?
A preguiça para movimentar o esqueleto não é privilégio de nossa espécie: nenhum animal adulto gasta energia à toa. No zoológico, leitor, você jamais encontrará uma onça dando um pique aeróbico, um gorila levantando peso, uma girafa galopando para melhorar a forma física. A escassez milenar de alimentos na natureza fez com que os animais adotassem a estratégia de reduzir o desperdício energético ao mínimo.
A necessidade de poupar energia moldou o metabolismo de nossa espécie de maneira tal que toda caloria ingerida em excesso será armazenada sob a forma de gordura, defesa do organismo para enfrentar as agruras dos dias de jejuns prolongados que porventura possam ocorrer.
Por causa dessas limitações biológicas, se você é daquelas pessoas que esperam a visita da disposição física para começar a fazer exercícios com regularidade, desista. Ela jamais virá. Disposição para sair da cama todos os dias, calçar o tênis e andar até o suor escorrer pelo rosto nenhum mortal tem.
Encare a atividade física com disciplina militar ou esqueça-se dela. Na base do "quando der, eu faço", nunca dará. Falo por experiência própria. Sou corredor de distâncias longas há muitos anos. Às seis da manhã, chego no parque, abro a porta do carro e saio correndo. Não faço alongamento antes, como deveria, porque, se ficar parado, esticando os músculos, volto para a cama. Durante todo o percurso do primeiro quilômetro, meu cérebro é refém de um pensamento recorrente: não há o que justifique um homem passar por esse suplício.
Daí em diante, as endorfinas liberadas na corrente sangüínea tornam o sofrimento mais suportável. Mas o exercício só fica bom, de fato, quando termina. Que sensação de paz e tranqüilidade! Que prazer traz a certeza de que posso passar o resto do dia sentado, sem o menor sentimento de culpa.
Se eu perguntasse às pessoas daquela fila por que razão levam vidas sedentárias, todas apresentariam justificativas convincentes: excesso de trabalho, filhos que precisam ir para a escola, obrigações familiares, trânsito, falta de dinheiro, violência urbana.
No passado, diante desses argumentos, eu ficava condoído e me calava. Os anos de profissão mudaram minha atitude, entretanto: escuto as explicações em silêncio, mas não me comovo com elas. O coração vira uma pedra de gelo. NO final, quando meu interlocutor pergunta como poderia encontrar tempo para atividade física regular, respondo:
"Isso é problema seu."
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Berná
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Marcadores: Diversão de Diva
sábado, 12 de abril de 2008
Programa de sábado à noite...
Estava eu em casa... e , não mais que de repente, as paredes e os tetos começaram a verter água!
Bahhhh... umas singelas cachoeirinhas nos cantos da sala de jantar , corredor e banheiro. Fácil de resolver, não ? Simplérrimo... fechemos o resgitro e deixemos o problema para domingo de manhã com sol e claridade... Muito bem, fiz isso. Apertei o registro que traz água da rua para a casa e oh maravilha, a água parou de jorrar! Enxuguei o chão e , daí a uma meia hora - água de novo!
Ô diabos, penso eu... e vamos lá, toca a pegar uma escada de uma tonelada, arrastá-la para a entrada do forro, tomar muita coragem para abrir o forro (sim, meus caros, eu ainda tenho um certo receio das taruíras!), abrí-lo, me pôr curvada lá dentro, remover uma tampa de toneladas de uma caixa dágua de 1000 litros sem apoio e.. verificar que sim, era o que eu imaginava, a bóia da caixa dágua não estava funcionando.
Não me contive de felicidade quando avistei um registro na comunicação entre a caixa 1 e a caixa 2! Pensei: meus problemas estão resolvidos! Me contorci feito uma yogue no forro, fechei o tal registro e... oh well, o volume da água diminuiu um pouco, mas não o suficiente para resolver o problema...
O que fazer num sábado à noite ????
Atacar de Mac Giver! Elementar, meus caros Watsons!
Certamente vocês conhecem Mac Giver, não ? Um seriado que passou lá pelos anos 80 onde o cidadão (gatinho , por sinal), conseguia colar rachaduras de usinas atômicas com chiclete mascado.
É isso ai. Peguei uma faca de churrasco, brinde da Microsoft, uma rolha e toca a preparar um tarugo para tentar tampar o buraco da bóia quebrada. Rolha só , não funcionou.. outra idéia, vou embrulhar isso tudo num plástico! Embrulho no plástico não funcionou. Desci do forro novamente e consegui montar uma outra trapizonguinha com uma tampa de cola tenaz e um outro breguetinho não identificado... funcionou melhorzinho mas ainda pingava uns pingões...
Fui ao quarto de despejo e achei uma bóia velha numa caixa de restos por lá. ÔBA, pensei eu, vou subir lá e trocar a bóia. Pois bem foi o que eu fiz, só que, obviamente, não ia ser tão simples assim, não é mesmo ? A velha bóia, já entrada em anos, não estava lá muito 100%. Desci, peguei barbante, amarrei a bóia de modo que a válvula ficasse tampada.
Tampei tudo (caixas dáguas e forro da casa) , desci, retirei as 2 toneladas de escada e agora é torcer para que isso funcione durante a madrugada, até amanhã de manhã onde tentarei entender melhor os meandros dos vasos comunicantes que habitam o forro aqui de casa.
Vamos ver...
Agora, vamos... respondam comigo ? ISTO É COISA DE DIVA ?
Dito isso tudo, vou dormir!
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Unknown
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23:07
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Marcas da ignorância

Ah, e se você não estiver conseguindo ler direito, meu nome é NINA, viu? Não vai esquecer...
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Flower Nakamura, ME
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sexta-feira, 11 de abril de 2008
Maroleiro viril
De vez em quando o pessoal se anima e vai todo para a natação. Aí é fogo! Inevitável dividir raia com alguém. Não me entendam mal. Não tenho nada contra dividir raia, mas o problema é que, como diria Sartre, "o inferno são os outros".
Hoje, por exemplo, eu estava dividindo a raia com um maroleiro viril. Nunca ouviram falar? Não se preocupem, acabei de cunhar o termo. Mas explico logo o que significa.
Maroleiro, evidentemente, é quem provoca marola. Para os que não são muito familiarizados com a água, é bom lembrar que marola são aquelas pequenas ondinhas procovadas sempre que algum movimento turva a superfície. É inevitável, portanto, que o deslocamento provocado pelo nado provoque marolas.
O bom nadador, porém, sabe que toda marola que vai, volta. Isso é um problema, porque a marola que volta provoca resistência e, como conseqüência, exige mais esforço para que o nado continue a fluir de modo elegante. É por esse motivo que, nas competições, a disputa pelas raias centrais é grande: elas sempre recebem muito menos marola do que as das pontas.
A desgraça é que alguns machos acham bonito provocar marola. Talvez imaginem que é sinal de virilidade, sabe? Algo equivalente aos motoristas que, no sinal vermelho, ficam acelerando o carro para mostrar potência.
Hoje eu tinha um desses maroleiros viris como vizinho de raia. O treino foi um suplício. O energúmeno dava pancadas tão fortes durante as pernadas, que a água deslocada ia bater no teto da piscina coberta. Quem, como eu, estava nas proximidades, só tinha um alternativa: mergulhar para não levar água na cara! É impressionante como até dentro d'água os truculentos revelam suas faces. PTL!
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Flower Nakamura, ME
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quinta-feira, 10 de abril de 2008
On / Off

Não sei se com vocês acontece o mesmo, mas eu tenho tido uma dificuldade imensa em "desligar" meu cérebro à noite. Infernal! Passo o dia inteiro escrevendo, lendo, resolvendo mil probleminhas que surgem com os meus livros. Aí, quando chega a hora de dormir, cadê que eu paro de pensar? E as horas vão passando, e o desespero vai crescendo. Quanto mais cansada eu estiver, pior! Aí é que não consigo dormir mesmo. E, como sou masoquista, ponho os óculos para ver as horas e constatar quanto de sono eu já perdi e quão pouco falta para chegar a hora de "acordar". Ridículo, não é mesmo?
Tenho a incômoda sensação de que não sou a única com esse "probleminha" noturno. Se algum Mean Reader tiver uma boa sugestão que não envolva o consumo de drogas, please, send it to me! I'll be forever indebted.
P.S. - O cartum que ilustra magnificamente este post é de autoria da Cathy Thorne. Ela tem uma sensibilidade extraordinária para retratar as coisas irritantes do dia a dia. Quer conhecer mais? Clica aqui!
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Flower Nakamura, ME
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