segunda-feira, 28 de abril de 2008

Para ler e ruminar...


[A capivara não é um boi, mas é um ruminante. E certamente deve se perguntar que raios de gente maluca é essa que ela vê passando todos os dias de um lado para o outro...]


Tão delicados (mais que um arbusto) e correm

e correm de um para outro lado, sempre esquecidos

de alguma coisa. Certamente, falta-lhes

não sei que atributo essencial, posto se apresentem nobres

e graves, por vezes. Ah, espantosamente graves,

até sinistros. Coitados, dir-se-ia não escutam

nem o canto do ar nem os segredos do feno,

como também parecem não enxergar o que é visível

e comum a cada um de nós, no espaço. E ficam tristes

e no rasto da tristeza chegam à crueldade.

Toda a expressão deles mora nos olhos – e perde-se

a um simples baixar de cílios, a uma sombra.

Nada nos pêlos, nos extremos de inconcebível fragilidade,

e como neles há pouca montanha,

e que secura e que reentrâncias e que

impossibilidade de se organizarem em formas calmas,

permanentes e necessárias. Têm, talvez,

certa graça melancólica (um minuto) e com isto se fazem

perdoar a agitação incômoda e o translúcido

vazio interior que os torna tão pobres e carecidos

de emitir sons absurdos e agônicos: desejo,amor, ciúme

(que sabemos nós?), sons que de despedaçam e tombam no campo

como pedras aflitas e queimam a erva e a água,

e, difícil, depois disto, é ruminarmos nossa verdade.


(Carlos Drummond de Andrade – Um boi vê os homens)



Sphere: Related Content

Extra! Extra!

Chego em casa da natação e, antes de mergulhar no trabalho, resolvo dar uma espiadinha nas notícias. Afinal de contas, informação é algo essencial à vida de todos nós, não é mesmo?
Pois bem. Foi só abrir a página do UOL para me deparar com o seguinte furo de reportagem:

Marido de Ana Hickmann briga em aeroporto, em Brasília

da Folha Online

Alexandre Corrêa, marido e empresário de Ana Hickmann, discutiu com um repórter da Record. O incidente aconteceu no Aeroporto Internacional de Brasília, cidade em que Ana ficou dois dias fazendo reportagens para o "Hoje em Dia". "A Ana estava sem maquiagem, sem penteado, de chinelo. Mandei desligarem a p.. da câmera", disse Alexandre à coluna. O aeroporto parou...
Resolvi reproduzir aqui, porque concluí que nossos Mean Readers também não podiam passar sem uma informação tão relevante para a vida nacional.
Agora minha semana de trabalho intenso já pode começar.

News update: a mesma notícia aparece no portal Terra. Deve ser mesmo algo muito importante...

Sphere: Related Content

sábado, 26 de abril de 2008

Man-made monsters

Mais ou menos há um ano eu estava fazendo minha caminhada matinal quando quase tive uma parada cardíaca: avistei, à esquerda e bem próximo de mim, um imenso crocodilo. O susto foi tão grande, que eu dei um pulo para trás. Dois segundos mais tarde eu me recuperei e vi que se tratava de uma "escultura".
De lá para cá o crocodilo já ganhou várias cores diferentes
(no dia do susto, estava bem escuro, bastante "real"), foi destruído várias vezes e, agora, parece que se estabilizou nesse cinza-cimento que vocês podem ver na foto.


Já tinha me acostumado com o crocodilo quando, uns quinze dias atrás, eu e Berná resolvemos tirar fotografias depois da caminhada. Munidas de nossas possantes câmeras, lá estávamos nós procurando "alvos" em meio às árvores quando encontramos uma anaconda gigante. Nada mais, nada menos.

Eu queria saber de quem foi a idéia brilhante de espalhar esses monstros saídos de produções B de Hollywood pela lagoa. Será que pretendem criar um jardim teratológico? Com a quantidade de idosos que circulam por lá, qualquer dia desses um vai tomar um susto muito grande e cair durinho no chão!

Sphere: Related Content

Placas (5)

Faz tempo que eu queria postar aqui uma foto de uma placa de sinalização que pode ser vista em diferentes pontos da lagoa do Taquaral (também conhecido como Parque Portugal).
Acho o máximo essa história de "recanto do raciocínio". E o que poderia ser um "recanto do raciocínio" em um parque, perguntam vocês.
Um lugar para meditação? Um espaço para leitura? Não! Claro que não!!! Um amontoado de mesinhas para jogar xadrez, evidentemente. Se alguém joga xadrez, só pode estar raciocinando...
O melhor mesmo é a localização do "recanto do raciocínio": ele fica entre as mesas do truco (a gritaria diária começa às 7h30, 8h da manhã!!!) e os banheiros.

Local bem apropriado para o raciocínio, não é mesmo?

Sphere: Related Content

sexta-feira, 25 de abril de 2008

84, and going up!

Ng Han Guan/AP
Terelj National Park near Ulan Bator

Just found out that today we received our 84th visit from a foreign place, far, far away... And we're not even one year old.

Way to go, girls!!!


Welcome, Mongolia!!! (some basic info and... zen background music here)

1.24 April23:05NET Serviços de Comunicação S.A., Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil
2.24 April23:07TELECOMUNICACOES DE SAO PAULO S.A. - TELESP, Votorantim, Sao Paulo, Brazil
3.25 April03:37The first E-commerce ISP in Mongolia. We provide, Ulaanbaatar, Mongolia
4.25 April07:29TELECOMUNICACOES DE SAO PAULO S.A. - TELESP, Artur Nogueira, Sao Paulo, Brazil
5.25 April08:09NET Serviços de Comunicação S.A., Campinas, Sao Paulo, Brazil
6.25 April08:51BRAGATEL, Braga, Portugal

Sphere: Related Content

quinta-feira, 24 de abril de 2008

As vantagens do método...


Já deve ter ficado claro para os nossos Mean Readers que eu tenho uma existência marcada por algumas loucuras muito específicas. My fellow MDs brincam e dizem que, mais um pouquinho, e eu serei diagnosticada com TOC.

Talvez haja mais do que uma boa pitada de verdade nessa observação profundamente mean, mas gostaria, se possível, de defender as vantagens do método em alguns contextos
específicos. Qualquer dia desses me animo e escrevo um post sobre como se deve comer milho em espiga. Hoje, porém, meu objeto de análise é outro: como riscar um fósforo.


Há método para riscar fósforos, perguntam vocês? Claro que sim!
Imagino que a maioria das pessoas simplesmente risque o fósforo como Deus é servido. Eu, porém, jamais faço isso. Por quê?
Porque o resultado dos riscos ao léu é um só (ver foto abaixo): a lateral da caixa fica com um amontoado de riscos sobrepostos e quase sempre deixa de provocar a combustão.


Ora, aprendemos nas aulas de química que a combustão ocorre por causa de uma reação gerada pelo atrito do clorato de potássio existente na cabeça do palito contra o elemento químico fósforo que está na lixa da caixa. Se a lixa lateral desaparecer, um dos elementos necessários para a combustão desaparece também.
Você certamente já deve ter passado pela experiência de ficar procurando um lugarzinho não usado para riscar os últimos palitos de fósforo.
Pois bem, com o método Flower Nakamura de acender fósforos, isso NUNCA ocorre. Vejam só a foto de uma caixa de fósforos utilizada de modo cuidadoso e metódico:


Viram só?
Se, em lugar de riscar horizontalmente os palitos, você fizer a opção por produzir verticalmente o atrito, terá lixa suficiente para acender metade dos fósforos em cada um dos lados da caixinha.
E, além disso, as laterais não ficam parecendo obra de crianças que pegam em lápis pela primeira vez na vida...


P.S. - Se vocês concluíram que não é fácil ter uma cabeça como a minha, estão certíssimos! Mas acrescento, em minha defesa, que este post nasceu de um dia de muito trabalho e algumas irritações totalmente desnecessárias à existência de uma Diva.

Sphere: Related Content

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Esse é dos bons!!!!!


E por falar em earthquakes...

...olha o terremoto brasileiro aí, gente!!!!!!!!!

(Thanks once more, Roque
Sponholz...)

Sphere: Related Content

Earthquake: I felt it!


What a way to celebrate EARTH DAY!!!

Estava deitada no sofá abraçada ao Ninix esperando ansiosamente o início de DAMAGES quando senti como se sacudissem levemente o sofá. Olhei pela janela e a chuva tinha diminuído, apenas a rede de segurança balançava com o vento. Quando olhei de volta para a direção da TV, um relógio que fica na prateleira de cima, montado sobre uma mola, estava num movimento enlouquecido de vai-e-vem. Pensei: ou é um terremoto ou acabo de passar por alguma experiência paranormal (not to mention that you know I believe the truth is out there...). Imediatamente liguei para meu irmão em São Paulo. Nós rimos do "absurdo" e fui tranqüilamente assistir DAMAGES com Ninix, que btw não mexeu um pelinho sequer com tudo isso. Minutos depois, liga meu irmão: tinha acabado de dar no Plantão do JN a notícia do terremoto. E depois disso quem disse que eu consegui me concentrar no episódio??????????????? Terminado DAMAGES, ligo para Flower e Diva J, que moram em andar de quase dois dígitos (eu, no primeiro), para saber se elas sentiram, mas não tinham (vocês precisavem ver a surpresa de Flower!). Falamos, então, de DAMAGES.
Oh well, life goes on, com mais essa história para contar.

Sphere: Related Content

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Quem não chora, não mama!


Este é um post que estou "devendo" há um certo tempinho. É que não queria deixar de compartilhar com vocês esta foto do Kiko, papagaio paraibano, que adora comer...batatas fritas! O registro foi feito durante minha última viagem a João Pessoa (há quase um mês, portanto), no restaurante Canyon (Praia do Coqueirinho).


Kiko é muito simpático, gosta de circular pelas mesas divertindo os fregueses do restaurante. Deixa-se fotografar sem problema algum (aliás, parece curtir seus minutinhos de fama...). Mas Kiko é um papagaio pidão, e vai direto nas mesas onde alguém está consumindo sua iguaria predileta, as batatas fritas!!!

Kiko SEMPRE consegue todas as batatas que quer, e as "descasca" diligentemente antes de comer o miolo.

(Well, pelo menos assim vai se livrando do excesso de gordura, rsrsrs...)

Sphere: Related Content

sábado, 19 de abril de 2008

Releitura


“Onde ninguém mete o nariz, aí entra o meu, com a curiosidade estreita e aguda que descobre o encoberto.”

Machado de Assis


Fiquei pensando se o Cabrini não é um machadiano enrustido.

Certamente daria um novo sentido à observação acima sobre o nariz, não é mesmo?


Sphere: Related Content

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Que bolão!

Tem vezes que é difícil acreditar que as pessoas abrem a boca e dizem coisas como:

Advogado: Cabrini defendeu carreira ao usar droga


O advogado de Roberto Cabrini, Renato Martins, afirmou hoje que o jornalista foi obrigado a ser filmado consumindo cocaína não apenas para manter sua integridade física e conservar boas relações com integrantes do mundo do crime, mas também para defender sua carreira profissional. "Meu cliente precisava de uma prova da veracidade de sua entrevista com o líder do PCC, era também sua reputação jornalística o que estava em jogo"

[Para ler a notícia completa, clicar aqui]


Com um bolão desses, imagino como deve ser difícil resistir à criação de manchetes engraçadinhas...

Cabrini: tudo pela carreira
Cabrini: uma carreira pela outra
Cabrini: a carreira que virou pó

Só por Deus mesmo...
Aliás, já que toquei no assunto, preciso fazer um comentário rápido sobre essa história. Será que eu sou a única com muita dificuldade em aceitar o argumento da defesa de que o jornalista foi "obrigado" a consumir cocaína para manter sua "reputação como jornalista"? Cuméquié, mermão? Reputação como jornalista? Sei.
Se eu fosse o Cabrini, trocava de "adevogado", porque um causídico que perpetra declarações como essas não parece muito qualificado para defender os interesses de seu cliente. A menos que ele seja um compadre de carreira. Aí eu até entendo...

Sphere: Related Content

A garça filósofa



Contemplo o lago mudo

Que uma brisa estremece.

Não sei se penso em tudo

Ou se tudo me esquece.


O lago nada me diz,

Não sinto a brisa mexê-lo

Não sei se sou feliz

Nem se desejo sê-lo.


Trêmulos vincos risonhos

Na água adormecida.

Por que fiz eu dos sonhos

A minha única vida?

Fernando Pessoa. Cancioneiro.

Sphere: Related Content

quinta-feira, 17 de abril de 2008

"Hair, hair, hair, hair... let it fly in the breeze"


Hoje é dia de cortar o cabelo, porque já está ficando difícil fazer caber na touca de natação. Pelo menos eu não tenho grandes dramas na hora de resolver o que quero de corte. Já a paciência para enfrentar o ambiente do salão, essa eu não tenho mesmo.

D-E-T-E-S-T-O!!!
Vou quando não tem mais jeito, mas sempre volto para casa completamente abestalhada com a quantidade de gente fútil que existe à solta por aí...
Gente, o que é aquilo?
Quem são aquelas pessoas?
Em que raio de mundo elas vivem?

Wish me luck... and lots of patience!

POST UPDATE:
A crise deve estar mesmo feia, apesar do que afirma o mollusco. Eu era a única
cliente do salão. E, pelo que me disse a manicure, fui a primeira pessoa que ela atendeu, desde que chegou para trabalhar às 9h da manhã. Como eu marquei às 13h30, façam as contas do tamanho do prejuízo.
Infelizmente, isso não significou "menas" bobagens, porque a equipe estava lá, parada, exercitando o principal músculo do corpo: a língua...
PTL!


Sphere: Related Content

quarta-feira, 16 de abril de 2008

We have a title!!!!!!!!!!


WOW

Now it's official. Fans everywhere must be cheering up as I am right now, because the second movie of the X-Files has been christened. It will be called

The X-Files:



Ain't it great? I LOVE IT!!!! And I never stop believing...
There's also a new photo from our beloved duo. Check it out:


Is it July, 25th yet?????

Sphere: Related Content

Uma aranhinha subiu na torneira de água...



Para finalizar a sessão nostalgia que eu comecei ontem com o post sobre o livro do Malory, e fazendo uma daquelas relações malucas que de vez em quando acontecem, resolvi relembrar uma música que marcou a minha infância.

The itsy bitsy spider went up the water spout.
Down came the rain, and washed the spider out.
Out came the sun, and dried up all the rain
And the itsy bitsy spider went up the [water] spout again.
Wikipedia
Qual a relação? Ora, não é evidente? The Lady of Shalott passava os dias tecendo em sua torre. O que fazem as aranhas? Tecem suas teias. Pronto!
Viram como é fácil passar de um poeta vitoriano a uma canção infantil norte-americana sem qualquer ponto de parada pelo meio?
Tem dias que nem eu suporto a loucura da minha cabeça!!!

Sphere: Related Content

terça-feira, 15 de abril de 2008

The Lady of Shalott

"On either side the river lie
Long fields of barley and of rye,
That clothe the wold and meet the sky;
And through the field the road run by
To many-tower'd Camelot;
And up and down the people go,
Gazing where the lilies blow
Round an island there below,
The island of Shalott.

Willows whiten, aspens quiver,
Little breezes dusk and shiver
Through the wave that runs for ever
By the island in the river
Flowing down to Camelot.

Four grey walls, and four grey towers,
Overlook a space of flowers,
And the silent isle imbowers
The Lady of Shalott.

By the margin, willow veil'd,
Slide the heavy barges trail'd
By slow horses; and unhail'd
The shallop flitteth silken-sail'd
Skimming down to Camelot:
But who hath seen her wave her hand?
Or at the casement seen her stand?
Or is she known in all the land,
The Lady of Shalott?

Only reapers, reaping early,
In among the bearded barley
Hear a song that echoes cheerly
From the river winding clearly;
Down to tower'd Camelot;
And by the moon the reaper weary,
Piling sheaves in uplands airy,
Listening, whispers, " 'Tis the fairy
The Lady of Shalott."

There she weaves by night and day
A magic web with colours gay.
She has heard a whisper say,
A curse is on her if she stay
To look down to Camelot.
She knows not what the curse may be,
And so she weaveth steadily,
And little other care hath she,
The Lady of Shalott."

[Bonito, né? Se quiser conhecer o poema completo, é só clicar aqui. Este é um dos meus favoritos de Tennyson. O quadro é de outro pré-rafaelita, William Holman Hunt, e foi pintado para ilustrar o poema.]

Sphere: Related Content

"Time it was, / And what a time it was, / It was..."

De vez em quando a gente começa a tropeçar em lembranças do passado. Isso tem acontecido muito comigo nos últimos dias. Começou na última quarta-feira quando fui conhecer a Livraria Cultura, que inaugurou sua loja em Campinas, e o primeiro livro que eu parei para olhar foi uma edição crítica do Le Morte D'Arthur, de Sir Thomas Malory. Esse foi um dos livros que analisei na minha tese de mestrado sobre refacções da novela arturiana no século XIX.
Uma coleção de livrinhos elegantes me chamou a atenção, logo em seguida. Quem era o autor que estava bem na minha frente? Sir Alfred Tennyson, um importantíssimo poeta vitoriano que escreveu os Idylls of the King. Preciso dizer que o rei, do poema, é Arthur e que o texto em que Tennyson se baseou para compor seus versos foi o de Malory? Pois é. A coisa fica ainda melhor, porque Tennyson foi justamente um dos autores do século XIX cuja proposta de releitura da obra de Malory eu analisei.
Achei melhor mudar de rumo na livraria, porque, no ritmo em que iam as coisas, o terceiro livro a me chamar a atenção só poderia ser o do terceiro autor com quem trabalhei: Mark Twain (ele escreveu o divertidíssimo A Conecticut Yankee at King Arthur's Court, também a partir do texto de Malory).
Paixão é sempre uma coisa muito perigosa. As tentações da paixão, então, são muitas vezes incontroláveis. Naquele dia, tentei me convencer de que eu não precisava de mais um exemplar do Malory. E que já tinha todos os poemas do Tennyson que estavam compilados naquele belíssimo livrinho. Deu empate entre o coração e o cérebro: comprei o Tennyson e resisti ao Malory. Mas continuo tentadíssima a voltar na loja e trazê-lo para junto das outras edições da mesma obra que eu já tenho em casa...

[O quadro que ilustra este post é de autoria do pintor pré-rafaelita Edward Burne-Jones e foi intitulado The last sleep of Arthur]

Sphere: Related Content

Grrrr....


"...and finally we ask that you, in your infitite wisdom, send the entire telemarketing industry straight to hell!"

Tem dias em que falta pouco, muito pouco, para eu cometer um crime. Na verdade, acho que só não cometo, porque a vítima desejada não está ao alcance da minha mão.

Como lidar, por exemplo, com 7 (sete!!!) ligações do telemarketing do banco Santander no mesmo dia? Gente, é um inferno! Não importa que você diga que não está interessada em nada que tenham a te oferecer: eles continuam ligando.

Quando atendo a sétima chamada, a vontade que eu tenho é de matar a pessoa que está do outro lado da linha. Nada mais, nada menos. MATAR.

P.S. - Acrescentei o texto do cartum, porque estava meio difícil de ler. Valeu pela "dica" no comentário, Berná!


Sphere: Related Content

Por Tutatis!!!

Acabo de ler uma notícia da BBC Brasil que resume um pouco como andam as coisas lá por cima. Segundo a Agência Espacial Européia, de 1957 (ano de lançamento do primeiro satélite) até janeiro de 2008, mais de 6 mil satélites foram enviados para a órbita terrestre. Desse total espantoso, somente 800 permanecem ativos. O que acontece com os outros? Nada, ficam lá no espaço, "boiando", provavelmente ao som de alguma valsa de Strauss...
E o lixo espacial não é só constituído por satélites:
além deles ainda se acumulam, no espaço, fragmentos de aeronaves que se quebram, que explodiram ou que foram abandonadas.
A
situação é complicada. Vejam só a foto divulgada junto com as informações da ESA.

Como a estimativa é de que sejam lançados cerca de 2000 satélites por ano, daqui a pouco, como temiam os gauleses, o céu vai literalmente começar a cair sobre nossas cabeças.

Sphere: Related Content

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Bonus photo...



E eu não poderia deixar de compartilhar com vocês essa foto (espécie de amarilis), exemplo dos prêmios que a gente recebe depois do skibunda na trilha...

Sphere: Related Content